Uma vela que se acende e nos recorda que é à luz que havemos de voltar a pertencer. Uma brisa do vento que nem sabe que passa. Que nem sabe que existe.
Santo António de Lisboa, ainda que em todo o mundo seja conhecido por “de Pádua”, cidade onde morreu e os seus restos mortais repousam, nasceu em Lisboa e foi batizado com o nome, Fernando Martins de Bulhões. É um padre e frade português pertencente à Ordem Franciscana, proclamado santo pelo Papa Gr
Estou rodeada de pessoas inspiradoras e que às vezes nem sabem o quanto. Está na hora de se fazer justiça!
Não consigo ser feliz sozinho. Preciso dos outros, porque a minha existência só ganha sentido quando faço parte da vida de outras pessoas. Posso estar mais ou menos presente, posso precisar de receber mais ou de dar mais, posso estar triste ou alegre, mas nunca consigo ser eu sem ninguém com quem me
Somos sempre muito mais. Mais do que os outros pensam. Mais do aquilo que imaginamos. Mais do que fomos até ao momento. E somo-lo porque não nos encerramos em nós mesmos. Somo-lo porque não nos definimos somente pelo passado, mas construímo-nos na vivência do presente e com a esperança do futuro.
Desiludimo-nos muito. É profissão e ocupação para toda a vida. Ninguém nos ensina, no entanto, a lidar com os desfasamentos provocados pelas expectativas que não se encontram (tantas e tantas vezes) com a realidade.
Quando Jorge Mario Bergoglio foi eleito o 266º pontífice da Igreja Católica, muitos se perguntaram quem seria aquele cardeal argentino. Os dados biográficos conhecidos eram breves. Nada diziam do seu percurso humano, dos seus pensamentos, da sua visão, dos seus sonhos, das suas esperanças. Muitas re
No final da tarde de ontem, por diversas razões, precisava de descontrair um pouco. Eis que recebo o telefonema de um dos amigos mais chegados que tenho por Lisboa: «Paulo, a minha mulher tardará para jantar. Não queres vir cá a casa beber um copo de vinho e provar um croquete? Só para colocar a con
Porque será que é tão grande a tentação de reduzir a vida e as coisas ao seu sentido utilitário? A pergunta “para que serve?” vem aos nossos lábios quase sem pensarmos e é fronteira difícil de ultrapassar. E encontra-se demasiado um “espírito de funcionário”, uma defesa que erguemos para não entrarm