XXV Tempo Comum | Ano A

Liturgia 19 setembro 2026  •  Tempo de Leitura: 2

“Quem procura, encontra!”
Ditado popular

 

Temos um Deus que quer ser encontrado por cada um de nós.
Um Deus que é disponibilidade pura.
Um Deus que chama.
Um Deus que aguarda pacientemente.
Um Deus que escuta tudo e todos.
Um Deus que nos recompensa.
Um Deus que abre portas e janelas.
Um Deus que nos alimenta.
Um Deus que perdoa.
Um Deus que ama infinitamente.

 

A cada amanhecer, lembra o teu pensamento que a justiça divina, não é a justiça humana.
Não percas tempo com olhares distorcidos, que te afastam da lógica divina.
Olha sempre com bondade para cada ser humano e para as suas obras.
Não compares pesos, nem medidas!
Não te valorizes em excesso… nem penses que não és capaz.
Não julgues os teus passos pelo caminho que o teu semelhante faz.
Algures, numa encruzilhada, o teu discernimento falha e, sem dares conta, perdes um denário.
Recomeça o trabalho e apazigua o teu coração.

 

A cada anoitecer, agradece a força que te fez podar cada tristeza.
Agarra a oportunidade de sentir que nem tudo é bom…
e que Deus partilhou contigo cada grito sufocado por um sorriso leve.
Terás Jesus ao teu lado… Pronto a que O leves aos outros e O tragas conigo a cada oração…

 

Hoje…
Entra na Casa do Pai.
Fecha os olhos à tua maldade.
Abre os ouvidos à dor dos que te rodeiam.
Respira a bondade que Jesus semeia na humanidade inteira.
Silencia o teu coração.
Ajoelha a tua Alma.
Aí encontrarás o Senhor Teu Deus…
A felicidade dos outros será a Tua melhor recompensa.
E… trabalhar na vinha do Senhor é a alegria que tanto anseias.

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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