XX Tempo Comum | Ano A

Liturgia 16 agosto 2026  •  Tempo de Leitura: 2

«Entre todas as coisas magníficas da criação de Deus,
duas deixam para trás as outras;
uma está acima de nós - a imensidão dos céus estrelados;
outra dentro de nós - o espírito do homem.»
Immanuel Kant

 

Para quem tem Fé em Deus e em todas as Suas criaturas,

o mundo é um verdadeiro paraíso sem fim.

Acreditamos que cada um de nós é único e irrepetível.

 

Acreditamos que saímos das mãos do Criador, que amorosamente nos desenha,

para vivermos numa intensa obediência à Sua misericordiosa providência.

 

Acreditamos que cada grão de areia

é colocado estrategicamente pelo Senhor que nos dá a vida,

num local definido, com uma textura distinta e com uma missão muito específica.

 

Também acreditamos que tudo o que vem de Deus

é para todos, todos, todos e para cada um de nós.

 

As coisas boas não são só para mim, porque sou mais bonito…

As coisas más não são só para ti, porque mereces…

E… contestar o que Deus providencia é perda de tempo!

Quando acreditamos que Deus nos ama, infinitamente, não há dor, há compaixão!

 

Deus espera por mim e por ti, a cada dia.

Mesmo que os nossos passos estejam desalinhados,

o Pai anseia que eu te leve a Jesus e que tu me leves até Jesus…

 

Deus não pergunta a tua nacionalidade,

nem se nasceste no seio de uma família conceituada.

Deus apenas quer que respeitemos o que é direito, que pratiquemos a justiça e…

que tenhamos uma Fé inabalável, Naquele que morreu para que a salvação fosse possível.

 

Quem tem Fé em Jesus encontra a cura para qualquer mal.

E até simples migalhas são um manjar repleto de iguarias.

 

Não guardes a tua Fé!

Faz-te Fé na vida da humanidade…

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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