XXVI Tempo Comum | Ano A

Liturgia 27 setembro 2026  •  Tempo de Leitura: 2

“Quem se mete em atalhos… mete-se em trabalhos!”
Ditado popular

 

 

Como é possível alguém se perder?

Temos todas as tecnologias à nossa disposição e, nas encruzilhadas, metemo-nos por atalhos.

Partimos a Bússola. Calamos o GPS. Ligamos o instinto que nunca apuramos.

E… quando damos conta perdemos o rumo certo.

 

 

Perdidos, começamos a analisar o caminho.

De imediato encontramos buracos na estrada.

Curvas desnecessárias. Indicações pouco visíveis.

Portagens e Scuts por onde não queremos passar.

Concluímos: a culpa é do caminho! Não é reto!

 

 

Na vida…

O caminho tem um GPS tão belo, que leva Jesus a todos e todos a Jesus.

É a Eucaristia onde carregamos baterias com a Palavra de Deus e,

recebemos as migalhas do Pão Vivo que partilhamos fraternalmente com a Comunidade.

 

 

Hoje, Jesus conta mais uma parábola.

É preciso ser ovelhinha curiosa e escutar!

A Palavra de Deus tão certa e tão assertiva, vem ao nosso encontro.

Indica-nos que fazer algo é muito mais importante do que palavras ditas ao vento.

E desperta em cada um de nós o sentido da Misericórdia Divina.

 

 

A nossa alegria não se edifica com verbos, nem com promessas.

Toma forma no arrependimento verdadeiro de algumas más ações…

No trabalho humilde e diligente em prol do crescimento de todos…

Na caridade que nos une e explode num amor infinito.

 

 

Quando te perderes no caminho…

Lembra-te: olha para o Céu e recorda todas as vezes que o Senhor que Te chamou.

Analisa as tuas escassas respostas positivas…

ACREDITA que és filho muito amado, que és filha muito amada…

alegra a Tua Alma, porque se te arrependeres de todo o coração,

encontrarás rapidamente o caminho de volta para a Vinha do Senhor.

Onde não há julgamentos pelo que deixaste de fazer, nem pelo mal que fizeste.

 

Que te parece?

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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