XVIII Tempo Comum | Ano A

Liturgia 2 agosto 2026  •  Tempo de Leitura: 2

«Minha mãe ensinou-me:
Se nós temos um pão e o vizinho não tem pão…
Então, nós temos meio pão e o vizinho tem outro meio.»
História popular

 

O Amor é a maior força que Deus semeia no peito de cada ser humano.

Uma pequena dose diária de Amor faz maravilhas…

 

Mas, como e onde podemos obter tal porção mágica?

 

O princípio básico do Amor é a distribuição.

Quanto mais dás… mais se enchem os cestos!

 

Se tens medo de saciar a sede ao teu irmão, também tu terás sede…

Quando hesitamos aceitar viver em comunidade e ao serviço, não saboreamos o Pão Vivo!

Não temos vida em nós…

 

Somos corpo sem sal e com diabetes…

que vive apenas do doce que o mundo tem para oferecer.

Aquele sabor passageiro que fica amargo e perde a força, à primeira hora.

Corrompe o nosso corpo e não alimenta a nossa Alma.

Deixa-nos um cansaço extremo e oprime a nossa mente!

 

MAS… há um Pão sem fermento e sem sal,

que Se parte e reparte-Se, por inteiro, a cada dia, em cada Eucaristia.

 

Tu e eu apenas temos de nos levantar.

Caminhar calmamente até ao altar e abrir as mãos.

Acolher o pedacinho de Pão na nossa boca.

Fazer com que rapidamente chegue ao nosso coração.

Permanecer em silêncio, em ação de graças…

e sair a anunciar que o maior Milagre de Jesus,

une-nos à volta de uma mesa simples, onde nunca irá faltar o Pão,

porque O Senhor do Universo, nunca desiste de habitar em cada um de nós!

 

Vem!

 

O Pão é infinito e o Amor é um doce que não amarga.

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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