XVII Tempo Comum | Ano A

Liturgia 26 julho 2026  •  Tempo de Leitura: 1

O corpo não tem raiz.
Ditado popular

 

Hoje, é tempo de parar o corpo, a mente, o trabalho e a azáfama diária.

O que nunca para é o coração.

A Fé alimenta o coração humano com uma Esperança infinita.

 

O nosso coração acredita com todas as forças que é possível alcançar a felicidade.

Esta é a razão pela qual o coração palpita.

Faz o coração cumprir a sua missão com um ânimo bombástico.

E dá-lhe a capacidade de escutar a voz de Deus!

 

Escutar o chamamento do Pai, estar atento aos Seus pequenos sinais diários,

afasta-nos de uma vida morna.

Arrasta-nos para um imenso campo, repleto de tesouros por descobrir.

Predestina-nos uma pérola por cada gesto de amor.

Acolhe-nos como rede que salva e não mata.

 

Como Salomão, peçamos a Deus a graça de uma inteligência enraizada no coração.

Uma grande inteligência num coração de pedra não dá fruto.

Vamos cuidar do nosso coração?

 

Receituário:

Eucaristia aos Domingos!

Palavra de Deus meditada aos Sábados!

Oração diária!

Fé nos desígnios do Pai!

Esperança na promessa do Filho!

Caridade sem limites iluminada pelo Santo Espírito!

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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