Ramos | Ano A

Liturgia 29 março 2026  •  Tempo de Leitura: 2

«A vida é dom de Deus!»

A vida que habita o teu corpo é algo divino.

Não é tua, não é dos teus pais, não é dos teus amigos…

É de Deus, nosso Pai, que tudo provém e tudo sustenta.

A ti e a mim é nos dado a alegria de decidir como usar essa VIDA!

Somos Livres!

Jesus, que é de condição totalmente divina, fez-se homem…

Traído por um amigo!

Abandonado por todos!

Aceitou blasfémias sem fim!

Foi flagelado!

Coroado de espinhos!

Condenado injustamente!

Carregou a cruz (dos nossos pecados)!

Caiu por terra!

Humilhou-Se publicamente com a nudez!

Saciaram-Lhe a sede com uma esponja imunda!

Roubaram-Lhe a Vida!

E Deus, Seu Pai, rasgou os Céus

Hoje, é a hora de Noa… é hora de rasgar o coração!

Calar o ódio!

Terminar com o desinteresse e as omissões!

Aprisionar as palavras más e sem sentido!

Partir as armas de tortura!

Queimar os espinhos das redes sociais mal formadas!

Parar com o desdém por quem sofre!

Despir os preconceitos da vaidade!

Desnutrir a avareza e o consumo desmedido!

Fechar os olhos ao mal que nos rodeia!

E… cumprir a vontade do Pai, até à morte…

Como o Messias fez!

O Jardim da Esperança é belo… mas as flores só nascem quando a semente morre.

Jesus, o grão da terra… o trigo que é triturado para ser Pão Vivo na Eucaristia,

quer a Tua vida para reconstruir em três dias o Seu Reino de Paz e Perdão…

Em ti e em mim… é urgente que morra a ausência de Amor!

Hoje… ama!

Ama à imagem e semelhança d’O Cristo, que do alto da Cruz nos dá a VIDA eterna…

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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