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a sua tag: "Vida"
Para se viver num mundo distorcido como é o nosso é preciso ser-se genuinamente optimista. São mais as portas que se fecham na nossa cara do que aquelas que se abrem para nos deixar passar.
Todos os dias, ou quase, saímos de casa para os nossos estudos, trabalhos e ocupações do dia-a-dia. Muitas vezes, a agenda do nosso dia já está completa, parece que temos o tempo contado até para poder respirar um pouco!!!
O tempo constitui fundamentalmente uma espécie de coreografia interior. Dir-se-ia que a própria vida nos solicita a que a escutemos de um outro modo.
«Já não quero saber» é virar as costas ao que está para vir. E de costas voltadas não se vê o caminho. Lá à frente. Onde o trilho continua. Continuamos. Porque (ainda) queremos saber.
Na dúvida, não duvides. Crava os pés e as mãos nas certezas que foram sempre tuas. Na mágoa, não magoes. Priva o coração de sentir igual ao que te fizeram sentir a ti.
Ontem, a meio da corrida rotineira e com boa companhia, a conversa foi parar à importância do exercício físico, à predisposição para o fazermos e ao prazer que sentimos durante esse mesmo exercício.
Há muito que o mundo parece estar perdido. Sem qualquer tipo de rumo. Os ataques de terrorismo são recorrentes. O ódio e a guerra estão presentes nos olhos de cada ser humano.
Não te preocupes demasiado. Tudo passa. Achamos que não conseguiremos ultrapassar um momento que nos roubou a paz e o sossego. Acreditamos que há episódios dignos de reescrever toda a nossa história.
Curiosos são os caminhos que aproximam pessoas com percursos de vida tão diferentes à volta da mesma mesa em alegre comunhão para a fração do pão.
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