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Um Deus revelado aos últimos. Desde o seu início, este Deus incarnado, deu-Se a conhecer a quem tratava a vida com simplicidade. Escolheu os “sem nome” para que todos se sentissem chamados. Nasceu no meio do nada para que todos pudessem reconhecer que Ele era o tudo.
Vivemos como se pertencêssemos aqui. Como se fossemos deste mundo e como se a vida não tivesse prazo de validade. Enquanto vamos perscrutando as nossas tempestades ou os ecos das nossas feridas temos, por vezes, “aterragens” de consciência. Percebemos o que antes nos estava velado. Compreendemos as
Há muito que nos refugiamos no culto de nós mesmos e nos transformamos nos nossos piores inimigos. Qualquer paixão transforma-se numa prisão porque a buscamos fora da espiritualidade, da vida interior. mas é aí que reside a verdadeira alegria. Na história humana, nunca houve um período em que, ao de
Que, neste Natal, mais do que tudo, sejas. Sejas de verdade.
Nestes dias que antecedem o final das aulas, dou tempo aos meus alunos para colocarem todas as perguntas sobre o Nascimento de Jesus e as suas Tradições. Faço partilha do Presépio. Como “Fake News”, tem 800 anos, mas todos gostamos dela. Hoje, é universalmente aceite que não foi São Francisco de Ass
Abro o meu coração à luz do Natal. Abro o meu coração à luz do amor. Essa luz que não é de “faz de conta”, mas que é eterna dentro de cada um. Uma luz que ilumina todos os dias do ano. Os dias mais sombrios, as palavras menos bonitas ou as emoções mais nubladas; uma luz que aquece o coração. A luz q
Aproximamo-nos do Natal e apercebemo-nos de que a estrela brilha menos. O menino Jesus está ferido. Embrulhado em panos ensanguentados que rimam com as guerras que gritam pelo mundo fora. Chora pela Paz, este menino. Pede que olhemos para ele com olhos de quem quer resolver tudo. Com a promessa de q
Pouco se sabe do nascimento de Jesus Cristo. À memória vêm-nos imagens ternas. Um menino deitado sobre as palhinhas. Os pais, prostrados, os reis magos, os pastores, o burro e o boi, compõem o presépio que toda a vida conhecemos. Como se lá tivéssemos estado. Mas a fonte dessas narrativas fantástica
Uma estrela nas nossas mãos vazias
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