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a sua tag: "Marta Arrais"
Há qualquer coisa de sagrado no coração de cada um. É como se todos tivéssemos uma capela interna para onde podemos correr quando tudo nos desarma.
Um erro é quase sempre um erro. No entanto, adquire ainda mais esse estatuto quando, de forma antecipada, o reconhecemos como tal e, ainda assim, reunimos forças para o cometer.
Já reparaste no quanto gostamos de dar opiniões? Adoramos dissertar sobre qualquer assunto. Comportamo-nos como se soubéssemos (sempre) tudo sobre todos. Gostamos de acreditar que os outros prezam as nossas opiniões e os nossos julgamentos. Na verdade, nem todos apreciam assim tanto que se fale à to
Ainda nos deixamos surpreender? Ainda acreditamos que há coisas que não sabemos? Ainda somos capazes de baixar todos os muros e todas as armas para receber o que a vida tem de imprevisível? Ou estamos já formatados para ser meias-pessoas, meio-felizes, meio-realizados, meio-viventes?
Quase nunca somos os mesmos. Eu sei. É surpreendente. É isso mesmo que, muitas vezes, conseguimos ser. Uma surpresa. Uma reviravolta inesperada. Um avesso do que éramos antes ou do que julgamos ser o que nos caracteriza.
Peritos em boicote? Não costumamos nutrir grande carinho pelas pessoas que se revelam peritas em boicote. Estamos rodeados de todo o tipo de pessoas no nosso dia-a-dia. Temos as pessoas bonitas, que se nos aparecem vestidas de luz e de alegria. Temos as pessoas-seca. Que são aborrecidas por naturez
Olá mãe. Olá pai. Estou a escrever-vos porque não vos consigo encontrar. Ontem não te vi, pai, estás em Munique há uma semana. Não sei muito bem o que fazes aí, mas sei que estás a trabalhar. Às vezes, lá na escola, os meus amigos perguntam-me o que é que tu e a mãe fazem. Eu respondo que só sei que
“Não é para o primeiro lugar, mas para o último que eu corro”. Foi Santa Teresinha do Menino Jesus a autora desta (maravilhosa) frase. Há muito para escrever e dizer sobre ela, mas, a parte mais importante, já está escrita. É só (querer) ler:
Passamos a vida (e o tempo) à espera. À espera que a sorte mude. À espera que o vento não seja tão frio. À espera que nos devolvam a chamada. À espera que se lembrem que existimos. À espera que nos atendam num balcão, numa fila, numa loja. À espera do amor-para-sempre. À espera da oportunidade que n
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