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Quando sentimos alegria e não temos com quem a partilhar, ela transforma-se em tristeza. Assim também com uma tristeza que, quando temos alguém com quem a partilhar, nos pesa um pouco menos. A amizade é compaixão, quer no sentido de paixão enquanto um grande atração e contentamento, como paixão no s
Há sempre em cada um de nós esta vontade (quase inata) de recomeçar. É como se pudéssemos colocar um ponto final fictício em tudo o que não era assim tão bom. Os inícios dão-nos a esperança de que alguma coisa seja diferente do que era. Como se houvesse uma promessa bonita que nos fala ao coração:
«Todos nós, quando chegamos à beira-mar ou ao topo de uma montanha, respiramos fundo, queremos transformar a beleza que existe lá fora na nossa respiração. O nosso corpo quer ser “in-spirado”, receber o “espírito” que dá Vida». Alessandro D’Avenia Se fecho os olhos, é precisamente numa destas pais
Mês de recomeços. Dos recomeços que fazem parte do dia a dia de cada um. Regressar aos mesmos locais, às mesmas pessoas, às rotinas mais comuns e que também ajudam a organizar a vida. No tempo de paragem, coloca-se muitas vezes a vida em perspetiva. Reavalia-se crenças, emoções, pensamentos, ações
"De que maneira a minha atenção pode virar rio? Seguir de maneira fluida e levar-me para onde encontro mais paz? De que maneira eu podia recriar, cultivar, redescobrir a vida a cada instante? De que maneira eu já o faço? "
O desânimo é um dos nossos maiores inimigos. Convence-nos de que as esperanças e as lutas para as alcançar não valem a pena. Que a noite não terá fim. Que é demasiado tarde para mudar o que quer que seja. Que o melhor é desistir… O primeiro e mais importante sucesso do desalento é desviar-nos do no
Um dia, tu vais saber que é o amor. Que é sempre o amor. A resposta a tudo, o sentido de tudo.
Dar espaço ao novo Paz de espírito Braços abertos para viver o que é A rotina de um dia simples A vida por entre janelas a sorrir A felicidade em cada propósito A passear a ver o mar a ler um livro A conversar com um amigo ...
Quando uma desgraça súbita nos surpreende, a vontade mais íntima é a de encontrar uma resposta qualquer que, com toda a força concentrada, e de uma só vez, ultrapasse a questão. Ora, isso nunca resulta, porque o bem estabelece-se devagar, como a vida. Só com uma dinâmica que conjugue a paciência co