a sua categoria: ""
Um pai olha para o seu filho recém-nascido e compreende que passou a ter alguém por quem deve morrer, se for preciso. E o mundo, nesse caso, não lhe reconhecerá grande heroísmo, apenas que dessa forma cumpriu a sua obrigação, não fazendo mais do que era esperado. Talvez o mais estranho é que seja a
No início de 2020, o mundo ficaria em suspensão com a emergência de uma pandemia que marcaria profundamente a nossa geração. Cinco anos depois, quando contemplo o actual ritmo de vida que temos, fico a pensar se já nos esquecemos das lições que fomos obrigados a aprender. Estava num encontro de pai
Para onde vão os que nos morrem? Os que partem e os que deixamos de encontrar neste plano e nesta dimensão? Se não os vemos será que ainda existem? Voltaremos a encontrar-nos? Todas estas (e tantas outras) perguntas se podem acender em nós perante uma perda e um luto. E o impacto de alguém que se “p
Ainda há bombas nas cidades, ainda há massacres de inocentes, ainda há a arrogância dos poderosos, ainda há vontade de domínio, ainda há uma onda de gente com fome, ainda há danos no planeta, ainda há promessas de que tudo ficará bem... Guerras em 52 estados do mundo. O número de vítimas cresceu par
Olhar as Estrelas... Aquilo em que me foco é o que trago para a minha vida. Um novo ano, um novo dia, um novo momento reflete como observo, sinto e vivo o que me rodeia. Como observo, sinto e vivo o que vem de dentro. Esta ideia é preciosa. É um tesouro. Especialmente se desejarmos abrir o coraç
Há homens que cumprem os seus dias com muito pouco medo e quase sem fé. O tempo para eles é uma espécie de carrasco que aprenderam a ignorar. Vivem nos limites, alguns até para lá deles, ampliando assim o que se julgava ser o possível. Sofrem o que a muitos bastaria para desistirem de tudo, mas cont
É tempo de agradecer [ e como nos passa ao lado] É tempo de pedir perdão [ e como não fazemos exame de consciência] É tempo de aprender [ e como não nos apetece] É tempo de crescer [ e como tentamos evitar essas dores] É tempo de acreditar que é possível [ e como nos falta visualizar como se já fos
Colocamos muita expectativa e muita pressão nestes finais de ano. Quase nos sentimos obrigados a estar bem, a ter esperança, a acreditar que à meia-noite tudo muda, como se de magia se tratasse. Sabemos que não é assim. Na verdade, as coisas são como são e revelam-se na sua essência, apesar de ser
Mais um ano! Tempo para balanços. Na liturgia já vivemos o novo ano desde o primeiro domingo de Advento. E desde a noite de Natal, num novo Ano Jubilar! A celebração do Jubileu é um tempo de graça que a Igreja nos dá, convidando-nos a vivê-lo com um coração reconhecido e cheio de gratidão. Esta gr