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Tenho reparado que uma das coisas mais difíceis dos nossos dias é falar de Amor. Não só com e entre os jovens, mas acima de tudo no mundo dos adultos. É destes que os mais novos aprendem, não é? Ou, deveria ser…
Às vezes julgamo-nos o centro do mundo. Não é sempre mas há dias e momentos em que tudo o que vemos nos outros são os defeitos, os erros e as imperfeições. Nesses momentos talvez em silêncio nos repitamos: “ainda bem que eu não sou assim!” Da nossa altivez como que agradecemos sermos diferentes.
Hesitação… Um minuto a hesitar e podemos perder tantos sorrisos… Hesitação… Um segundo a hesitar e adquirimos Paz interior… Hesitar… Uma vida repleta de hesitações certas e erradas para aprendermos a saborear cada momento! A máxima: “Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto!” defi
As pessoas mudam, revelam-se, deterioram-se e também se aperfeiçoam. Quase sempre de forma muito suave e subtil. Quem julga que conhece o outro está sempre enganado, porque nem sobre nós mesmos devemos ter grandes certezas.
Esta semana, ao deslocar-me ao Hospital de São João, deparei-me com vários casais. Muitos deles jovens. Sabe bem andar pelo hospital quando se vê que as pessoas andam com a esperança carregada nos olhos, no caso dos futuros pais, e ver as mulheres a carregá-la no seu ventre como sinal de nova vida e
A festa popular de São João "atrasou" a minha crónica desta semana. Porém, teve a virtude de me permitir aprofundar a reflexão acerca dos textos que ouvimos nestes dias santos: Solenidade do Corpo de Deus, Domingo e, naturalmente, Festa de São João.
Lembro com saudades as noites quentes de verão, em que os encontros se davam á soleira da porta. Ali, até ao começo do correr da brisa suave noturna, passávamos horas entre conversas, riso e a oração do terço. E a contar as estrelas.
Não sei se somos assim tão diferentes daqueles que criticamos. Somos muito bons a dizer o que faríamos se estivéssemos no lugar deste ou daquele. Somos perfeitos no exercício de supor esta ou aquela situação. Somos capazes de nos convencer, até, das coragens que a nossa alma protagonizaria.
Confiando chegaremos a mais altos horizontes. Uma vez uma professora contou-me a história de uma girafa, uma avestruz e uma águia que foram a aprender a voar mas somente a águia conseguiu passar ao teste com sucesso. Assim aprendi a importância de não avaliar a inteligência de uma avestruz pela sua