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Hoje, a Liturgia do 19º domingo do tempo Comum, do ano C, abandona-nos numa espera festiva! «Felizes esses servos, que o senhor, ao chegar, encontrar vigilantes.» O Sentido de permanecer Atento é como uma luz que não tem fim nem se apaga. Se usarmos como combustível aquela tal Esperança (que não é a
Quando há mais tempo livre, aproveito para ir para bem longe daqui… Gosto de ir visitar o meu passado, os sonhos que tinha, admirar a vida que passei, como se fosse um museu onde me detenho em alguns pontos. Sem grandes julgamentos. Apenas contemplando.
Um dia houve alguém que falou. Pegou em toda a sua vida e levou-a à boca. Tornou-se palavra que alimenta e que aviva. Ousou-se tornar verbo para que todo o movimento e ação viesse do seu dinamismo de amor tão misterioso, mas ao mesmo tempo tão encantador.
Paro. Ao som das ondas do mar a bater na areia acalmo o pensamento. E escuto o silêncio. O dia é de nevoeiro e tudo em volta se propicia a ver para além do olhar. Sente-se, ainda assim, o calor do sol que cumpre a sua missão.
Hoje, no 18º domingo do Tempo Comum, do ano C, S. Lucas interpela-nos com a velha questão do Ser ou do Ter! O que pesa mais na nossa vida: “Eu tenho uma casa com 6 assoalhadas!” Ou: “Eu sou o porto de abrigo dos meus filhos?” O Mestre responde: «Vede bem, guardai-vos de toda a avareza…» A sociedade
O casamento é um compromisso de construção de um projeto a dois. Não se trata de uma forma de ser feliz, antes sim de se dispor a lutar pela felicidade de uma forma não individual. Trata-se de uma decisão séria, na qual a razão e a vontade devem ter um papel importante.
Acreditar em Jesus Cristo vai muito para além de uma ideia ou de uma história feita. Acreditar em Jesus Cristo é confiar que Ele caminhará para sempre nas águas agitadas da nossa vida e, em todos os momentos, nos confortará com a Sua presença que, não se impondo, vai-se propondo a ficar.
Tenta acrescentar tempo para o que te falta. Procura horas ou minutos para respirar fundo e para descansar. Não escolhas nada nem decidas por que lado deves ir. Deixa-te estar. Deixa que a vida siga devagarinho e que, de vez em quando, resolva por ti.
O amor anda por aí. Olhemos à nossa volta. Está na nossa família, nos nossos amigos, nas pessoas que nos rodeiam. Ainda que sejamos imperfeitos e nem sempre ousemos partilhar o quanto nos amamos, o quanto nos queremos não significa que não nos amemos. O amor não se faz de palavras, faz-se de gestos,