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Se rezasse mais estaria mais atento? Rezar não é útil. Rezar é mergulhar em Deus. Não preciso de um lugar especial, basta deixar que a vida e Deus se embrenhem de tal modo que não consiga separar um do outro.
Quase nunca somos os mesmos. Eu sei. É surpreendente. É isso mesmo que, muitas vezes, conseguimos ser. Uma surpresa. Uma reviravolta inesperada. Um avesso do que éramos antes ou do que julgamos ser o que nos caracteriza.
A comemoração dos dias de Todos os Santos e dos Fiéis Defuntos, visam colocar-nos no caminho verdadeiro. Ou seja, são oportunidade de desacelerarmos da rotina do quotidiano e pensarmos seriamente sobre a vida. Melhor. Sobre a minha vida, sobre a nossa vida concreta, pessoal, familiar e coletiva ou c
Hoje, a Liturgia do 31º domingo do Tempo Comum, do Ano C, vem hospedar-se no nosso coração, contra tudo o que pensamos e em defesa de tudo o que sentimos e nos faz ser felizes: «…o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido». Eis a Boa Nova que devemos evangelizar!!! Sem receio nem d
Se o mundo fosse tão simples, não teria que escrever mais. A explicação seria infrutífera porque estaria a tentar completar algo que já é completo, como quem tenta completar um corpo já formado. Se o mundo fosse tão simples, esta divina máxima traria luz sobre os nossos olhos e não seríamos os mesmo
A ilusão mais comum é que chegará um momento na nossa vida futura em que teremos tempo para tratar do essencial. Mais do que uma fantasia, esse é um erro grave. A vida deve ser vivida de uma forma em que nunca se adie o importante, caso contrário não é vida, apenas um adiamento constante, uma sobrev
Hoje celebramos o Dia de Todos os Santos (a Igreja recorda aqueles e aquelas que foram reconhecidos por si como modelos de santidade, mas também todos aqueles que no seu anonimato foram presença viva do Evangelho e de santidade para tantos e tantas) e recorda-nos, isto mesmo, em véspera de comemoraç
Passei-lhes ao lado, cuidadosamente, para não me sujar... Mais abaixo, um homem lá soprava, com a máquina, as folhas que se amontoavam no meio do passeio para alguém de seguida as recolher. Passei-lhes ao lado, cuidadosamente, para não me sujar... E pus-me a pensar que também nós, quantas vezes fica