a sua categoria: ""
O tempo é uma coisa estranha! É bom ter tempo, é bom não o perder, mas se nada de bom nele fizermos até o seu vazio nos é pesado e penoso!
Somos um ponto de partida. Ainda sem sabermos onde iremos terminar. Ainda sem percebermos como nos iremos terminar. Estamos em constante movimento numa ida que não sabemos se terá volta. Vivemos num caminhar que nos leva a partir constantemente. A desmancharmo-nos e a sairmos de nós.
Em primeiro lugar, porque isso não faria qualquer sentido. Ninguém vai a um lugar só porque sim. Sem razão nenhuma. Quando vamos (seja onde for) temos um propósito. Queremos ir. Queremos ver. Queremos conhecer. Queremos encontrar.
É impossível deixar esta data passar sem relembrar a marca do Papa Wojtyla. Ontem comemoramos o centésimo aniversário do seu nascimento: O Papa da Coragem!
A Esperança liberta a nossa vida do sofrimento mais profundo. Permitir que a Esperança habite no nosso coração é sinal de que o nosso Baptismo está vivo! Permanecer firme na Esperança, de cabeça erguida aos Céus, é o reconhecimento de que nada somos sem o Pai!
A nossa vida é um longo diálogo connosco mesmos. Refletir é ver-se e escutar-se como se fossemos um outro diante de nós. Vivemos na constante presença do que somos, mergulhando por vezes bem fundo no nosso interior, em busca da paz que resulta da compreensão.
O recinto estava vazio, mas totalmente preenchido em espírito. A névoa que cobria todo o seu espaço dava prova dos caminhos realizados pelos peregrinos de coração. Os trilhos agora percorridos, dentro de cada um, eram formados e terminados na casa que sempre acolhe.
É uma palavra que serve de apoio a uma criança que aprende pela primeira vez a andar, ou no primeiro mergulho ao mar, na primeira tentativa de andar de bicicleta, no primeiro amor, no primeiro emprego, e quantas outras experiências onde o receio interior era superado pelo encorajamento de alguém que