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«Enfim, o que se nos pede para fazer?» — num mundo que precisa tanto de paz. Esta é a derradeira questão que todos nos fazemos e faz, também, o Papa Francisco na sua mensagem pelo Dia Mundial da Paz apresentando uma proposta — «Antes de mais nada, deixarmos mudar o coração …» — fazendo-me recordar o
«Colocar de novo no centro a palavra “juntos”. Com efeito, é juntos, na fraternidade e solidariedade, que construímos a paz, garantimos a justiça, superamos os acontecimentos mais dolorosos.» — Este é o convite que o Papa Francisco fez na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz. “Juntos construímos a
Quando 2021 terminava, o coração enchia-se de esperança de que 2022 seria o ano de retorno à normalidade e foi. Mas ninguém esperava pela guerra na Ucrânia e essa aconteceu, alterando o sentimento de esperança de um ano em recuperação. Por que razão deveremos esperar que 2023 seja um ano melhor, qua
Não existem dois flocos de neve iguais. E os padrões formados pelas ramificações maravilham o nosso olhar. A razão da unicidade destes flocos é a aleatoriedade presente no fluir do ar atmosférico. As pessoas dizem muitas vezes que nada acontece por acaso, ou até que o acaso é o pseudónimo de Deus qu
Uma das consequências da Teoria da Relatividade de Albert Einstein é a de que os nossos relógios marcam tempos infimamente diferentes conforme a nossa velocidade. Se nos movemos mais rapidamente de um lado para o outro, envelhecemos menos, mas temos, também, menos tempo para pensar. Pois, tudo o que
Somos diferentes. Temos ritmos diferentes. E a velocidade com que pensamos depende fisicamente de como está a nossa cabeça, pelo que podemos experimentar o tempo de modo diferentes. Quando somos mais novos o tempo parece alongar-se, e quando envelhecemos, os dias parecem mais curtos. O tempo é um mo
«Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.» — dizia Antoine Lavoisier, um cientista do século XVIII que percebeu o modo como podemos chegar ao tempo gerado. O filósofo grego Aristóteles terá sido o primeiro a ponderar o problema do tempo e a formular que o tempo é a medida da muda
O tempo oportuno (kairos) não se controla porque depende do momento presente. É acolhido e desafiante. Mas o tempo sequencial (chronos), medido pelos relógios nos pulsos de quase todas as pessoas neste planeta, ou através do ecrã do seu telemóvel, não é menos desafiante. E, por isso, sentimos a nece
Como se distingue o tempo perdido como experimentado ou desperdiçado? Se considerarmos o tempo como a medida da mudança, o que muda quando experimentamos o tempo? E que diferença existe relativamente a sentirmos que desperdiçámos tempo? Será que o tempo desperdiçado é tempo perdido porque nada mudou
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