«Parece-me que hoje não se pode dizer que estamos num tempo de fé, mas mais de feitiçarias, não tanto tempo de confiança, mas tempo de medo.
Escrevo esta crónica enquanto revejo mentalmente as imagens de dois acontecimentos destes dias: o 13 de Maio em Fátima e o Crisma da minha sobrinha. Duas celebrações um tanto ou quanto diferentes e ao mesmo tempo, bastante semelhantes.
São Matias era um dos numerosos discípulos que seguiram Jesus, desde o começo de sua vida pública. Foi testemunha de Jesus e viveu todo o drama da paixão, morte e ressurrreição de Jesus. Ele foi o escolhido para ocupar o lugar de Judas Iscariotes, O Traidor, e tornar-se assim o décimo segundo apósto
Uma professora de psicologia ensinou-me que quando somos crianças temos muitos amigos mas à medida que crescemos não só se torna mais difícil fazer amigos como vamos perdendo dos amigos que nos rodeiam. Eu acho que tudo isto nasce da nossa vontade em compreender e ser compreendidos. A compreensão ve
Naquele 13 de maio, num recôndito canto da serra, três crianças portuguesas estavam a rezar o terço pelos soldados idos para a guerra. Surpreende-os um inesperado lampejar no céu azul, primeiro um clarão e depois outro. Quando erguem os olhos, veem sobre uma azinheira uma Senhora mais resplandecente
Gosto daquela história em que há alguém que pergunta: «Como explicarias a uma criança o que é a felicidade?». E a resposta é: «Não explicaria. Lançar-lhe-ia uma bola para que possa jogar».
A imagem sobreveio de novo quando reencontrei a expressão «Igreja como mãe» utilizada, mais uma vez, pelo papa Francisco, na última mensagem para o dia mundial das vocações. «Uma mãe», disse o sumo pontífice, «devemos amá-la, mesmo quando vislumbramos no seu rosto as rugas da fragilidade e do pecado
«Este é, antes de mais, um livro sobre a vida, e só depois um livro sobre a fé. A fé faz parte da minha vida e a minha vida é movida por valores, crenças e ideias que partilho ao longo destas páginas. Como por exemplo, a importância de termos momentos de reflexão, de sermos capazes de dizer não, de
É ridículo julgar que a bondade e a beleza de uma obra dependem dos elogios que provoca. Preocupamo-nos com o que o desejamos que os outros pensam de nós, como se as pessoas perdessem muito do seu tempo a pensar na nossa vida.