Se tivéssemos de especificar uma testemunha da procura das bem-aventuranças na contemporaneidade, provavelmente não nos viria à ideia o escritor norte-americano Jack Kerouac e a chamada “beat generation”.
Se alguém me ama, observará a minha palavra (cf. João 14,23-29). «Se alguém me ama»: é a primeira vez no Evangelho que Jesus pede amor por si, que se coloca a si mesmo como objetivo do sentimento humano mais disruptivo e poderoso. Mas fá-lo com o seu estilo: extrema delicadeza, respeito que se apoia
A arte de deter-se é uma aprendizagem indispensável, ainda que seja muitas vezes esquecida. Quem não sabe deter-se, não sabe viver. Como há uma qualificação da existência que provém da ação, assim há outra que provém do repouso.
Batem-nos à porta, todos os dias, dezenas de pedintes que, de mansinho, contam histórias comoventes enquanto se instalam cabisbaixos em qualquer recanto da casa. Mas quando são contrariados, mostram-se altivos príncipes, senhores de muitas terras, que ameaçam pôr-nos fora da nossa própria casa. Outr
São poucas as pessoas capazes de causar a morte ou um ferimento a alguém, nem sequer conseguem injuriar outra pessoa na sua presença. Porém, quase todos são capazes de maledicência! Proferindo-a com especial prazer ou estando dispostos a escutá-la com o maior interesse.
Na continuação do artigo da semana passada, vamos concluir sobre o que é que o magistério da Igreja tem escrito sobre a sociedade em rede. A própria Igreja, é uma communio, uma comunhão de pessoas que se congregam em comunidades eucarísticas.
Ainda há quem nos aceite. Há quem, incessantemente, se vá dando ao trabalho de continuar a dar bom nome à nossa existência deixando que tudo seja mudado e renovado. Por entre as encruzilhadas da nossa vida existe quem marque uma cruz maior, para que não nos fechemos em becos sem saída, mas que tenha
Quantas vezes damos por nós a dizer que estamos cansados? Esgotados? Há dias, alguém perguntou-me mesmo: mas tu já viste alguém que não esteja cansado?
Na audiência geral, Francisco encerrou o ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, afirmando que “a oração cristã nasce da audácia de poder chamar Deus de ‘Pai’. No final do encontro, a saudação ao Card. José Falcão.