Após a festa da Trindade de Deus, celebramos na quinta-feira outra festa “dogmática”, em defesa da doutrina, para recordar a verdade da Eucaristia desejada por Deus como memorial na vida da Igreja até à sua vinda gloriosa. Todos os domingos celebramos a Eucaristia, mas a Igreja pede-nos também para
Mataram-no a tiro por manter a igreja aberta, contrariando as ordens que os jihadistas lhe tinham dado. Desobedeceu aos terroristas para cumprir com a sua missão de sacerdote. Morreu em 2007, fez agora 12 anos. O Iraque vivia já dias de terror mas o mais assustador ainda estava para chegar… Dias ant
Hoje é o Dia da Eucaristia. Da reunião dos irmãos, santos, amados e chamados por Deus, à volta de Jesus, pão da vida (João 6). Vem de longe esta avenida florida de alegria, de trigo maduro e de vides ajoelhadas com uvas vermelhas, suculentas, deliciosas.
O regime tecnológico hoje em vigor confunde-nos ainda mais enquanto nos transmite a ilusão de que não lugar para o erro. A memória do computador mais recente embaraça-nos, ao confrontar-nos com a sequência dos nossos esquecimentos, lapsos, imprecisões.
No meio do turbilhão dos dias, são imensos os episódios que protagonizamos. Como heróis de histórias que acontecem em simultâneo, vivemos tudo ao mesmo tempo. Somos chamados a desempenhar inúmeros papéis e, muitas vezes, pedem-nos que nos afastemos daquilo que somos mais verdadeiramente.
Ri-me, até as lágrimas me escorrerem pela face, ao ler o texto da padre Vítor Gonçalves do passado domingo sobre a Santíssima Trindade, «Três». Transcrevo a história de um padre de aldeia:
Porque é que opomos tanta resistência a parar e a conceder-nos formas de descanso que nos restituam a nós próprios? Por uma razão simples: o movimento parece-nos mais fácil de viver.
A vida trouxe-me aqui. Do tanto que vivi, do tanto que percorri, do tanto que sonhei a vida trouxe-me aqui. Não vos posso dizer que planeei tudo isto. Mas posso afirmar que se sonhasse não pediria tanto. Não se trata da perfeição. Trata-se de olhar ao redor e agradecer pelo que tenho e por quem tenh
Texto de apresentação da obra «Com o coração nas mãos», de Marta Arrais e Emanuel António Dias, na feira do Livro de Lisboa, no dia 15 de junho de 2019. Todos os textos que se encontram entre aspas são retirados das crónicas que os autores selecionaram para esta obra.