Disse depois uma parábola sobre a necessidade de orar sempre, sem jamais cessar (cf. Lucas 18.1-8). Estas palavras, sempre e jamais, infinitas e definitivas, parecem uma missão impossível. E no entanto há quem consiga: «No fim da sua vida, o frade Francisco já não orava, tornara-se oração» (Tomás de
Olá mãe. Olá pai. Estou a escrever-vos porque não vos consigo encontrar. Ontem não te vi, pai, estás em Munique há uma semana. Não sei muito bem o que fazes aí, mas sei que estás a trabalhar. Às vezes, lá na escola, os meus amigos perguntam-me o que é que tu e a mãe fazem. Eu respondo que só sei que
Na reflexão da semana passada, partilhei aqui convosco a preocupação sobre a carência de sacerdotes para celebrarem a Eucaristia. Sem a Eucaristia, não existe a Igreja. Cristo é quem nos congrega; quem nos chama; quem nos alimenta; quem nos salva.
Publicamos excertos de “Uma grande esperança”, ensaio inédito do papa Francisco que conclui o livro “Nostra madre Terra. Una lettura cristiana della sfida dell’ambiente” (Nossa mãe Terra. Uma leitura cristã do desafio do ambiente), que será lançado a 24 de outubro pela Libreria Editrice Vaticana.
Fernando Pessoa dizia que às vezes sente o vento e só por isso já valia a pena existir. Eu vivo-o e ao sentir o vento enquanto vos escrevo sinto que devo agradecer por ele. Porque ele possibilita a certeza de que Deus está aqui comigo neste momento tal como está na vida de cada um de nós em cada mom
Hoje, a liturgia do 29º domingo do Tempo Comum, do Ano C, é firme neste Amor de Deus, por cada um de nós que sabe esperar (com a Esperança no seu expoente máximo) pela realização do desígnio do Senhor da Vida! Jesus afirma-o com Aquela Sua postura doce e forte: «Eu vos digo que lhes fará justiça be
Outro dia, cruzei-me com o fã número um dos meus escritos. Só tenho este. O seu cabelo castanho ondula até aos pés, chama-se José e desloca-se para todo o lado em cima de um cavalo alado a que deu o nome de Xanto.
As consequências desta dependência são enormes. Não há pedaço nem recanto da nossa vida onde o telefone não esteja presente e não seja tido como algo de valioso.
O que é que não te descansa? Vives em constante sobressalto numa ânsia que não te liberta por um segundo. A rigidez da tua postura demonstra facilmente a pressão que te assenta num caminhar desorientado e esforçado. Já nem te dás ao trabalho de disfarçar o vazio dos teus olhos. Já nem te preocupas c