O mais difícil não é lidar com o que a vida nos traz. O mais difícil, realmente, é lidar com o que imaginamos que a vida nos vai trazer.
Era uma vez um menino que se chamava Jesus. Os seus pais, que tiveram que emigrar quando ele ainda era bebé, quando se aperceberam que as condições de vida do seu país natal tinham melhorado, decidiram regressar e foram viver para uma pequena cidade da Galileia chamada Nazaré. Apesar da ocupação do
Há um elemento natural dominante na cena do Batismo de Jesus: é a água do rio Jordão, que brota de uma nascente no monte Hérmon, na fronteira com o Líbano, atravessa o lago de Tiberíades e percorre a Terra Santa para terminar o seu curso no mar Morto. Parece que as águas do rio não se resignam a mor
E acabaram-se as festas. Liturgicamente voltamos ao Tempo Comum, bem como ao nosso quotidiano… É, e bem o sabemos, a maior parte do nosso tempo. A vida humana vive-se na normalidade dos dias. A festa é o extraordinário.
«Todo o pensador que quiser tornar-se orador, todo o homem de espírito e de coração que quiser tornar-se e ser eloquente, mover as massas, dominar as assembleias, agitar os impérios com a sua palavra, não tem de fazer mais nada a não passar da região das ideias ao território dos lugares comuns.»
Estamos, no hemisfério norte, em pleno tempo de dias frios, muitas vezes aborrecidos, e ficamos mais em casa, quem sabe passando horas a ler e a pensar. Aprender a pensar significa, com efeito, também aprender a ler: ler o mundo, as situações, os acontecimentos, aquilo que “está escrito” porque outr
Não conheço ninguém que goste de filas. Ter de esperar pela vez, ouvir os números anunciados até que chegue o que nos calhou, perceber que a fila da esquerda ou a da direita parecem andar mais depressa que a nossa, geram impaciência e irritação. Mas é a condição de alguma civilidade e justiça quando
1. Passado o Advento e as Festas Natalícias, estamos agora no umbral do chamado «Tempo Comum» do Ano Litúrgico que, ao contrário do que se possa pensar, não é um «Tempo secundário», mas fundamental na vida celebrativa da Igreja Una e Santa. Na verdade, ao longo deste «Tempo Comum», Domingo após Domi
Hoje, a liturgia conspira em redor do fim do pecado, o fim para tudo o que nos faz sofrer, e apresenta-nos a Esperança de que a Paz é possível: «…abriram-se os céus e Jesus viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e pousar sobre Ele.» Mas, depende de cada um de nós e da forma com que acolhemos