À Renascença, o Cardeal Tolentino Mendonça fala sobre o mundo pós-pandemia e a necessidade de uma nova reflexão. Garante que não estamos a assistir a uma simples “mudança de tempo”, mas antes a uma “mudança de época”. O presidente da comissão das cerimónias de 10 de Junho deixa um pedido aos polític
Reagir é fácil. Parar, pensar e agir construtivamente demora mais tempo, mas o efeito dura e transforma. Não tenho dúvidas de que as oportunidades que hoje temos de manifestar o que pensamos ou estar próximos dos outros, através da internet, são imensas e disponíveis para todos. Mas as reacções que
O Dia de Portugal, e este Dia de Portugal de 2020 em concreto, oferece-nos a oportunidade de nos perguntarmos o que significa amar um país. A pensadora europeia Simone Weil, num instigante ensaio destinado a inspirar o renascimento da Europa sob os escombros da Segunda Grande Guerra, de cujo desfech
Hoje, a Liturgia alimenta a nossa Alma com o Amor que vem do Pai: «Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em mim e Eu nele.» Jesus veio ao mundo para que todos reconhecessem Nele o Rosto Divino do Senhor que nos criou. Para que esta certeza absoluta permanecesse gravada no coração de
Nunca, como nesta altura, senti uma espécie de incompatibilidade entre ser mãe/mulher/filha e ser médica. Porque para tratar dos outros arriscava a saúde dos meus entes mais queridos. Mas juntos somos mesmo mais fortes.
De entre todos os desafios que a vida nos vai impondo, há um particularmente complicado: o de ser coerente. O de fazer corresponder as nossas ações a tudo aquilo que é proferido pela nossa voz.
Cerca de 450 cantores de 33 países se reuniram em um coro virtual para suplicar a Maria o fim da pandemia do novo coronavírus
Esta semana celebraremos a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, cuja origem remonta ao século XIII. A este propósito consultei o Dicionário de História Religiosa de Portugal. Aqui encontrei uma citação do então cardeal de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio. Na homilia desta festa em 2
“Scholas nasceu de uma crise, mas não levantou os punhos para lutar com a cultura, nem baixou os braços para se resignar, nem saiu chorando: Que calamidade, que tempos terríveis! Saiu para ouvir o coração dos jovens, para cultivar a nova realidade”, disse Francisco na videomensagem, inaugurando a Un