Pode-se acreditar em Deus e sentir o desencorajamento? Saber-se amado e, apesar disso, ter momentos de esgotamento interior? Sim. É disto que fala a Palavra, hoje.
Os livros de contabilidade dizem alguma coisa sobre o real, mas não dizem tudo e, porventura, não dizem o mais importante
Hoje, a liturgia do 19º domingo do Tempo Comum, do Ano A, estende-nos a mão e segura-nos com ternura. Jesus, O Mestre, que sente cada nuvem preta que nos atormenta o coração, envia todos os sinais (sonoros e visuais) para acreditarmos na Sua presença física na nossa vida. Neste exacto momento somo
A felicidade depende muito das nossas escolhas interiores. Escolher bem é escolher o bem, mesmo quando isso implica deixar outras boas hipóteses de fora. Tão importante quanto escolher entre o bem e o mal é aprender a optar entre vários bens.
O que é que sentimos? O que é que sentimos quando bem longe de nós o mundo parece estar a desabar? Catástrofes destroem a vida de tantos e tantas. Explosões e guerras retiram o lar de quem grita por uma liberdade plena. Interesses mundanos roubam a possibilidade de muitos virem a ter uma refeição du
Como fazer férias em tempos de Covid-19? Em tempos de crise, podemos encontrar um leque de novas oportunidades para viver o tempo livre de forma mais construtiva e criativa.
Indiscutivelmente a bebida mais famosa do mundo, depois da água. De manhã, há quem não consiga pensar sem primeiro ter tomado o seu café. Num dia de inverno, colocar as mãos frias na chávena de café pode ser um momento de autêntica teologia. Isto é, somos interiormente levados a agradecer a Deus, e
Hoje, o 18º domingo do Tempo Comum pinta-nos um cenário deserto e afastado, onde o Messias, triste com a morte de Seu primo João, se enche de compaixão, cura os doentes e termina com a (nossa) fome.
Para quê elogiar tamanho consenso? Talvez seja mais fácil encontrar um discurso cristão acerca da dignidade do trabalho do que uma espiritualidade do tempo livre.