1. Mateus 28,16-20: última página do Evangelho de Mateus, que hoje, Solenidade da Ascensão do Senhor, é solenemente proclamada para nós. Encerra o Evangelho, condensa-o e resume-o, e abre aos Discípulos e Irmãos do Ressuscitado novos e insuspeitados horizontes.
Cada Ser Humano possuiu uma dúvida que é comum a todos: “Porque nasci?” Alguns passam a vida sem encontrar a resposta. Outros nascem com a resposta gravada no coração. Há uns que, com o passar dos anos, alteram a resposta, consoante os ventos e as vontades.
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Começamos a entrever o fim da epidemia que transtornou profundamente os nossos estilos de vida diários. Aconteceu algo de imprevisível, de realmente impensável. Vivíamos num mundo doente, mas não nos aflorava a ideia de podermos adoecer tão rapidamente e desta maneira.
O tempo é uma coisa estranha! É bom ter tempo, é bom não o perder, mas se nada de bom nele fizermos até o seu vazio nos é pesado e penoso!
Somos um ponto de partida. Ainda sem sabermos onde iremos terminar. Ainda sem percebermos como nos iremos terminar. Estamos em constante movimento numa ida que não sabemos se terá volta. Vivemos num caminhar que nos leva a partir constantemente. A desmancharmo-nos e a sairmos de nós.
Um pescador teve um sonho. Um sonho improvável mas que o incomodou ao ponto de o querer confirmar. No sonho apareceu-lhe a imagem de Jesus a dizer que estava com frio, que estava sepultada no meio do rio Mekon e que precisava de ajuda. O Jesus do sonho pedia-lhe para mergulhar nas águas escuras do r
Em primeiro lugar, porque isso não faria qualquer sentido. Ninguém vai a um lugar só porque sim. Sem razão nenhuma. Quando vamos (seja onde for) temos um propósito. Queremos ir. Queremos ver. Queremos conhecer. Queremos encontrar.