Numa das cenas cruciais do filme “Vamos dançar?”, com Richard Gere e Susan Sarandon, decorre uma interessante troca de palavras entre a protagonista e o detetive privado que ela contratou para perceber se o marido a traía.
Hoje, a liturgia do 24º domingo do Tempo Comum, do ano A, traz-nos a vacina para todos os males: oferecer o perdão! Às questões de Pedro: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?» Jesus responde matematicamente: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes
A alegria é apenas uma parte da vida, por muito que alguns tentem convencer-nos de que a sua existência é apenas feita de bons momentos.
Não somos tudo de bom. E estaremos muito enganados se acreditarmos que o somos. Viveremos na ilusão que não nos permite caminhar para a realidade daquilo que somos e vivemos. Permaneceremos em permanentes quedas conquistando assim uma vida sem chão. De total incerteza.
Desde que recebeu a mota, a Irmã Shobka Rani nunca mais parou. Ali, na Arquidiocese de Guwahati, numa zona muito pobre, falta quase tudo. Até boas estradas. Mas agora, nas aldeias perdidas no meio da floresta, há um sobressalto sempre que se escuta, ao longe, o ronronar da motorizada da irmã. Ela é
Temos dificuldade em aceitar muitos dos comportamentos das pessoas que nos rodeiam e com quem convivemos.
Recomeçar!... Recomeçar é um verbo que não gostamos muito de usar. Recomeçar parece implicar que falhamos e é necessário voltar ao início… Mas esta é a realidade humana quer queiramos ou quer não. Tantas, mas tantas vezes é-nos pedido para recomeçar. Tantas, mas tantas vezes, somos nós próprios que
Francisco volta a falar no Angelus sobre a fofoca: "por favor, irmãos e irmãs, façamos um esforço para não fofocar". A passagem do Evangelho deste domingo fala da correção fraterna, e convida-nos a refletir sobre a dupla dimensão da existência cristã: a dimensão comunitária e a dimensão pessoal.