Desde 5 de agosto, nas audiências de quarta-feira, o Papa Francisco tem proposto reflexões sobre como responder à crise provocada pela pandemia a partir "do Evangelho, das virtudes teologais e dos princípios da doutrina social da Igreja".
Hoje, a liturgia do 28º domingo do Tempo Comum, do ano A, delicia-nos com um generoso banquete, enche-nos o copo e sacia-nos. O Bom Senhor Jesus apresenta-nos uma parábola de mesa farta: «Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo está pronto. Vinde às bodas’» Ao convite há u
Um amigo ajuda-nos a descobrir o que temos de bom em nós e a pô-lo em ação, e mesmo quando julgamos que não aguentamos mais, um amigo revela-nos onde podemos encontrar as forças para enfrentar o que nos quer derrotar.
Um dia houve alguém que nos resgatou do medo. E rezando o Evangelho com a toda a Sua vida escreveu para cada um de nós:
A nova Encíclica do Papa Francisco, a terceira do seu pontificado, faz uma síntese do pensamento do Papa Argentino e coloca o «dedo na ferida» levando os leitores a debruçarem-se sobre questões fundamentas para a fraternidade universal e a amizade social. «Onde está o teu irmão?» É a interrogação qu
Os cristãos no norte da Nigéria sentem-se abandonados à sua sorte. Vítimas de grupos armados – desde os jihadistas do Boko Haram aos pastores fulani e aos bandidos comuns –, não estão a salvo em lugar nenhum. As autoridades não os defendem e o medo passou a fazer parte do dia-a-dia. O Padre Sam Ebut
A vida nem sempre (nos) corre bem. Há momentos absurdamente difíceis. Exigentes. Acontecimentos que nos rasgam todas as forças e nos golpeiam até já não sentirmos a pele. Os ossos. O coração a bater do lado de dentro.
Com 40 perguntas, começa com a interrogação “como é que tudo começou?”, que, segundo o professor universitário Mendo Castro Henriques, “talvez seja uma das perguntas que não pode ser já respondida”.