Hoje, no 33º domingo do Tempo Comum, do Ano A, O Bom Deus chama cada um de nós para nos confiar «conforme a capacidade de cada qual» talentos. Para a nossa felicidade é urgente coloca-los a render. Nos tempos obscuros que vivemos, não podemos temer. Precisamos escutar: «Muito bem, servo bom e fie
Há perguntas que nos fazem medo, e talvez não devessem. Há interrogações que não nos pedem unicamente informações, mais sérias ou mais banais que sejam, que estamos educadamente dispostos a fornecer, mas aquela verdade concreta de nós que nos custa reconhecer.
O que sucederá amanhã a quem não tem tempo para digerir as suas perdas hoje?
O que procuramos? Por onde andamos? Estaremos efetivamente à descoberta de algo ou de alguém? Vivemos para nos descobrirmos ou procuramo-nos no que vivemos?
Estava a ler o livro “A Aldeia Global” de Marshall McLuhan escrito em 1988, quando me deparei com a frase — «no ano de 2020, perto de 8 biliões de pessoas (…) encherão o planeta.» — Curioso, fui ver qual a população mundial este ano… 7.8 biliões. “Uau!” — pensei, mas reparei que havia um asterístico
Estimados irmãos e irmãs, bom dia! Continuemos a catequese sobre a oração. Alguém me disse: “Fala demasiado de oração. Não é necessário”. Sim, é necessário. Porque, se não rezarmos, não teremos forças para ir em frente na vida. A oração é como o oxigénio da vida. A oração é atrair sobre nós a prese
Num tempo que nos pede respiro - curiosamente quando a doença que assola este momento histórico afecta a respiração – assim como precisamos de alento para não banalizarmos a vida assim como para não banalizarmos a morte.
Terror na Basílica de Nice é sinal de ameaça sobre os cristãos em França
Ao completar cinco anos, a “Laudato si’”, encíclica do papa Francisco sobre o cuidado da casa comum, está no centro de inúmeras reflexões e encontros promovidos pela Igreja católica, em Portugal e no mundo, além de inspirar não crentes ou pessoas de diferentes fés. Todavia, nem todos tiveram a oport