Nesta catequese, no período que antecede o Natal, gostaria de oferecer alguns pontos de reflexão em preparação para a celebração do Natal. Na Liturgia da Noite ressoará o anúncio do anjo aos pastores: «Não temais, eis que vos anuncio uma Boa Nova que será alegria para todo o povo: hoje nasceu-vos na
ONU proclama Dia Internacional da Fraternidade Humana: 4 de fevereiro
Lembro por estes dias uma história para crianças vista há já alguns anos, “Kirikou e a feiticeira”, passada na África Ocidental. Nas delícias desta história temos o seu início em que a criança, ainda dentro do ventre de sua mãe, lhe diz:
Num ano de tremendos desafios, é-nos dada, agora, a oportunidade de esperar a Paz. Ainda que não estejamos para muitos festejos, é tempo de forrar o coração da palha que o Menino-Deus precisa para se deitar. É tempo de varrer o que não é essencial e de deixar que a Estrela de Belém nasça no nosso ol
Leão I Magno, o papa que em 453 conseguiu bloquear o huno Átila, o «flagelo de Deus», num seu discurso natalício polemizava contra uma prática dos cristãos romanos manchada de paganismo: «Antes de pôr os pés na basílica do apóstolo Pedro no Natal, detêm-se nos degraus, voltam-se para o Sol nascente,
Erra quem pensa que nascemos uma só vez. Para quem quer viver, a vida está repleta de nascimentos.
Eis que o Natal se aproxima a passos largos. «É preciso salvar o Natal» foi um slogan que se fez ouvir imenso nos dias que antecederam as renovações do "Estado de Emergência". Mas a que Natal se referia? Que Natal precisamos de salvar no próximo fim de semana?
Maria, recebeu e aceitou o convite de Deus para ser a mãe de Jesus. Era uma jovem, provavelmente com muitos sonhos e desejos futuros, nunca na cabeça lhe passou que um dia, iria ser a escolhida para trazer ao mundo, o Salvador. No momento em que ela disse “sim”, assumiu o maior e melhor compromisso
«Nada temas» foi um dos termos da Bíblia mais pesquisados na internet em ano de pandemia