«A medida com que medires é aquela com que serás medido.» — Não me recordo de quando ouvi esta expressão pela primeira vez, mas sempre que penso nela, sou levado a fazer um exame de consciência em relação ao modo como meço as palavras, os gestos, e as distâncias. Aprendi como não posso medir as minh
O mais certo é cada um e cada uma de nós acordar de manhã e entrar na rotina dos dias, sem muito tempo para pensar como vai e como pode acontecer a nossa vida.
Fundação AIS lança grande campanha de socorro aos Cristãos em África
É preciso coragem e determinação para defender os direitos humanos
A Páscoa trouxe-nos a renovação da promessa da Luz que vem do Céu. Depois da tormenta que nos protagonizou, encontrámos, mais uma vez, razões para acreditar que haverá um feixe de luz ao fundo de todos os túneis.
A Igreja, apesar da pandemia, viveu a sua Semana Maior e culminou no Tríduo Pascal.
Este deve ser o canto do cristão na festa das festas (Páscoa), porque Cristo ressuscitou como primícias de todos nós, a vida reina definitivamente.
Sempre pensei que acreditar em Cristo haveria de ser tomar a sua voz e o seu gesto, muito mais do que assistir à performance de outra pessoa legitimada para o fazer. Todos os genuinamente crentes estão mandatados para a intenção de Cristo.
Será que precisamos de tudo o que temos? Esta é a pergunta que pairou na minha mente estes dias, depois de ter vivenciado um episódio que me marcou.