Os hospitais deste surpreendente século XXI são chamados a expressar um novo humanismo
Talvez um abraço te seja casa. E o mundo fique mais bonito. Talvez uma mão te abrace os sentidos. E o mundo fique mais bonito. Talvez um olhar te olhe dentro da alma. E o mundo fique mais bonito.
Hoje, no 3º domingo da Páscoa, os discípulos de Emaús, a quem Jesus abriu os olhos ao partir do Pão, voltam para encontrar os outros… aqueles que permaneciam na escuridão. Jesus, O Ressuscitado, acompanha-os e interroga todos, sem distinção: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pen
Neste versículo que hoje me dás, apercebo-me que continuas a contar comigo. Não sei ainda para quê, pois não sou capaz de discernir sozinha a tua vontade para mim, mas confio que também a teu tempo a revelar-me-ás.
Os optimistas, nos quais eu gosto de me incluir, adoram pregar, por vezes de uma forma exaustiva, que o universo conspira a nosso favor. Acredito nisto plenamente, mas também tenho consciência de que é preciso fazer por isso.
A tua vida é uma mensagem. Que a tua existência seja um sinal de esperança para quem a admire. Que os outros vejam em ti a prova de que todos temos a possibilidade de ser feliz neste mundo, nos tempos e espaços de todos os dias.
No passado domingo, numa Eucaristia, uma aclamação do Aleluia, publicada numa página de comédia, tornou-se viral. Tendo chegado inclusive, pelo que soube, até ao Brasil (para quem não sabe do que eu estou a falar, pode ver o vídeo aqui:
Saúdo a todos vós, amados ouvintes de língua portuguesa, desejando que eventuais nuvens sobre o vosso caminho não vos impeçam jamais de irradiar e enaltecer a glória e a esperança depositadas em vós, cantando e louvando sempre ao Senhor em vossos corações, dando graças por tudo a Deus Pai. Assim Deu
Era uma vez uma rapariga que estava a toda a hora a lamentar-se de não ter liberdade nenhuma. Sentia-se constantemente oprimida, irritada e aborrecida com as regras dos pais, os regulamentos da escola, as normas das organizações e as leis da sociedade. Queria ser livre como um passarinho, não se sen