É um erro enorme julgar que a liberdade é a capacidade de ter sempre por onde escolher. Não é.
Nunca, como hoje, procuramos e ansiamos tanto pela felicidade. No entanto, parecemos cada vez mais distantes de alcançá-la. Tudo nos parece satisfazer de forma instantânea. Parece que nada em nós se estende ou prolonga. Vivemos sempre sedentos pela novidade e pelo que ainda não temos.
Diminuir o supérfluo para permitir o esplendor — é uma proposta que serve para construir um poema e para cumprir a aventura que a vida representa
Este fim de semana nas dioceses de Vila Real, Guarda e Lisboa, foram ordenados novos sacerdotes. Também os Jesuítas e os Salesianos tiveram ordenações. São ocasião de uma enorme alegria para a Igreja. No entanto, todos sabemos que assistimos a uma crise vocacional. Não apenas na da vida sacerdotal,
Quantas vezes nos agradecemos? Quantas vezes nos agradecemos pelas lutas que travamos, por tudo o que conseguimos, por todos os esforços que fazemos diariamente, quantas vezes nos agradecemos?
a missão evangelizadora não se baseia no ativismo pessoal, ou seja, no “fazer”, mas no testemunho do amor fraterno, inclusive através das dificuldades que a convivência implica.
Quando ouvimos esta frase, muitas vezes, assumimos que é referente aos senhores padres. Mas esquecemo-nos que a seara é a Igreja de Deus, onde todos temos um papel fundamental.
Hoje, a liturgia do 14º domingo do Tempo Comum, do ano C, envia-nos dois a dois, para trabalharmos na grande Messe do Dono da Casa. As palavras de ordem do Evangelho são Belas: «Paz a esta casa.» São de Esperança: «Está perto de vós o reino de Deus.» São justas: «Até o pó da vossa cidade que se pe
O que virá depois da vida? Certamente todos nós já nos questionamos sobre isto. Uns mais, outros menos. E alguns, infelizmente, por diversas razões, desenvolveram alguma patologia por viverem esta pergunta de forma tão intensa que acabou por afetar a sua forma de estar e de viver a vida.