Ameaça do terrorismo não atemoriza seminaristas de Moçambique
Iludidos com a folha caída do calendário, fazemos as promessas do costume. Mais exercício físico. Mais tempo para nós e para os nossos. Uma alimentação mais saudável. Mais tempo para o autocuidado. Menos negatividade e menos queixumes. Mais gratidão pelo que temos e nos foi dado.
Confesso que, naquele dia 19 de abril de 2005, a minha primeira reação ao ouvir «Annuntio vobis gaudium magnum; habemus Papam: Sanctæ Romanæ Ecclesiæ, Cardinalem Ratzinger qui sibi nomen imposuit Benedicti Decimi Sexti», não foi a melhor.
Santa Mãe de Deus! Era a aclamação jubilosa do Povo santo de Deus, que ressoava pelas ruas de Éfeso no ano quatrocentos e trinta e um, quando os Padres do Concílio proclamaram Maria, Mãe de Deus. Trata-se dum dado essencial da fé, mas sobretudo duma notícia maravilhosa: Deus tem uma Mãe e, por conse
Ninguém pode salvar-se sozinho. Juntos, recomecemos a partir de Covid-19 para traçar sendas de paz
Vale a pena avaliar o tempo, o que fazemos dele e o que ele faz de nós
Há dias em que me sinto longe, meio perdido e mais vazio do que o habitual. Talvez porque abrando e me deparo com um eu sem os artifícios e as artes de fuga mais comuns no meu quotidiano.
Quando 2021 terminava, o coração enchia-se de esperança de que 2022 seria o ano de retorno à normalidade e foi. Mas ninguém esperava pela guerra na Ucrânia e essa aconteceu, alterando o sentimento de esperança de um ano em recuperação. Por que razão deveremos esperar que 2023 seja um ano melhor, qua
Pouco se sabe do nascimento de Jesus Cristo. À memória vêm-nos imagens ternas. Um menino deitado sobre as palhinhas. Os pais, prostrados, os reis magos, os pastores, o burro e o boi, compõem o presépio que toda a vida conhecemos. Como se lá tivéssemos estado. Mas a fonte dessas narrativas fantástica