Dinamizadora do gabinete GUIA, de integração e valorização do aluno, professora de Biologia cultiva proximidade com adolescentes e jovens para ajudar a construir caminho de confiança pessoal e sonho no seu futuro
Os sucessos e os fracassos que resultam do que fomos decidindo fazer, e do que depois fizemos ou não, constituem a nossa identidade.
O que é que em mim ainda não foi ressuscitado? Esta tem sido a questão que me tem acompanhado nos últimos dias. Ciente da importância da ressurreição de Jesus Cristo para a minha fé e para a minha vida, compreendo que a ressurreição não me pode deixar na mesma. A ressurreição comemorada no Domingo d
Existem pessoas que se identificam com os valores católicos, mas não participam da vida comunitária em paróquias, associações ou movimentos e, por isso, dizem ser (ou dizemos nós que são) católicos não-praticantes. Sempre achei essa expressão muito estranha. É como se uma pessoa casada dissesse - «s
Na Diocese de Jos, na Nigéria, os padres arriscam a vida todos os dias
Vivemos para agradar. Para fingir. Para fazer de conta. Moldamo-nos para pertencer e para nos convencermos a nós (e aos outros) que vamos na direção oposta do vento que nos sopra dentro do coração. É mais fácil ser-se o que não se é. Viver uma vida que alguém desenhou, pensou ou perspetivou. E enqua
Para mim, a dúvida de São Tomé é fascinante! Sinto a sua teimosia em querer ver, em querer tocar. Às vezes, sinto a descrença dele, sinto a dúvida dele. Sim, dúvida. Palavra que banimos do vocabulário do crente. No entanto, companheira de viagem de muitos que tentam acreditar.
Deixo-me encantar por aqueles abraços que abrigam. Por aqueles abraços que se deixam (de)morar.
O acreditar é de outra ordem. Ao contrário do “ver”, não é imediato, não é exclusivo, exige abertura dos sentidos mais íntimos do espírito. Supõe uma relação, não de posse, mas de encontro. Provoca adesão e compromisso. Aponta um caminho difícil para percorrer. O ver é da ordem das coisas, o acredit