XXX Tempo Comum | Ano A

Liturgia 25 outubro 2026  •  Tempo de Leitura: 2

“O que sei, Senhor, sem sombra de dúvida, é que Te amo.
Feriste o meu coração com a Tua Palavra e eu amei-Te
”
Santo Agostinho

 

O que faz com que os Cristãos sejam Seres Humanos diferentes?

 

Não é uma palavra que nos distingue. Não é uma veste. Nem é o que comemos.

A resposta habita cada segundo da tua Vida…

Tu só és de Cristo se O imitares, infinitamente.

 

Já te olhaste no espelho, hoje? O que viste?

Apenas um corpo ao qual a tua Alma dá Vida.

O teu semblante, nada diz sobre quem és.

Tu és o que a Tua Alma alimenta, fortifica!

 

O silêncio profundo da tua oração, quando alguém está perdido;

a alegria partilhada, quando alguém concretiza um sonho;

o abraço que te sai do peito, quando alguém chora;

uma palavra assertiva, quando alguém escolhe servir;

uma mão quente, quando alguém está à porta e quer entrar;

um pé firme que abre caminho, quando alguém só quer amar

dizem muito mais sobre ti, do que as palavras que deixas fugir da tua boca.

 

É neste Amor que O Cristo viveu, vive e viverá, terna e eternamente…

Em ti e em mim,

onde a nossa Vida é o reflexo do Mestre que ganha forma,

ganha cor, ganha altura, ganha peso, ganha VIDA!

 

Não há nada neste mundo que defina a palavra AMOR…

Só a entenderás no dia em que levares Jesus a todos e todos a Jesus.

No dia em que a tua Alma pesar menos que uma pena de colibri,

e tiver o maior peso na vida de todos os que por ti passam.

Ama… não hesites.

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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