XXVII Tempo Comum | Ano A

Liturgia 4 outubro 2026  •  Tempo de Leitura: 2

Na Bíblia encontramos um código de ética perfeito sobre relacionamentos humanos.

As Parábolas de Jesus indicam um caminho assertivo,

repleto de pequenos passos e encantamentos que nos despertam o olhar para o Céu.

 

As maiores dúvidas do ser humano são sobre a forma como devemos ou não cuidar do outro…

Jesus, na Sua infinita sabedoria,

usa a vinha, local de trabalho e de sustento,

para mostrar a cada um de nós como é a Sua forma de Vida. Como é viver ao Seu jeito.

Também o Profeta Isaías usou a vinha e um amigo como cenário…

E o Salmo deste Domingo afirma que a vinha do Senhor é a Casa de Israel!

 

 

Em pleno século XXI, vivemos o Jubileu de S. Francisco de Assis, que morreu há 800 anos.

O milagre da vinha de Rieti em 1225,

toda a vida de S. Francisco rodeada pela natureza e pelos animais,

é sinónimo do seu voto de pobreza absoluta.

Um homem que viveu em PAZ e sem receber os frutos…

Viveu para trabalhar e servir, cuidar e amar a Vinha do Senhor Jesus.

 

Hoje, as vinhas são raras

e a grande maioria dos jovens subtraem de imediato uma vinha como posto de trabalho.

 

E nós?

Como cuidamos da Vinha do Senhor?

Quem somos na Sua vinha?

Será que produzimos bagos abundantes e saborosos?

Ou será que os agraços dominam a nossa vinha?

Será que temos o Dono da Vinha como o Senhor que nos dá o sustento

e a quem temos de respeitar?

Será que olhamos para o Herdeiro da Vinha com amor?

 

Já agora…

onde encontras a Vinha do Senhor hoje?

Já rezaste pela Vinha?

 

Não rejeites a Pedra Angular.

Dá bom fruto!

Sê aquele e aquela que leva Jesus a todos e todos a Jesus.

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

Subscrever Newsletter

Receba os artigos no seu e-mail