XXVIII Tempo comum | Ano A
“Adoro o convite feito pelo olhar. Que não precisa dizer nada. Só sentir.”
Aline Goulart
Quando recebemos um convite para uma festa temos duas reações:
adoramos, porque amamos quem nos fez o convite;
detestamos, porque vamos gastar dinheiro.
Por vezes, surgem aquelas evasivas questões:
Porque será que fui convidado?
O que querem que eu leve para a festa?
Nem sei o que vestir?
E às vezes… quando o convite não chega…
Ficamos indignados e muito tristes.
No nosso relacionamento com Deus, o convite não chega pelas mãos divinas.
O Pai fica amorosamente a preparar o Banquete.
Todos os pormenores da grande Festa passam pelos Seus olhos
e são delicadamente tecidos no tear do Seu coração.
O Senhor que nos dá a Vida oferece a importante missão da entrega do Convite a mim e a ti.
Somos nós, a Igreja d’O Cristo,
quem chama cada homem e cada mulher ao Banquete, que é a Eucaristia.
Eis a pergunta que hoje deve crescer no nosso coração:
Como entrego eu o convite do Senhor?
Com um sorriso no rosto.
Com Fé, Esperança e Caridade.
Com Amor verdadeiro!
E quem tem de receber o convite?
«Todos! Todos! Todos!»
Com persistência e sem julgamentos.
Com aquele olhar repleto de Amor…
Porque O único que pode dizer quem é ou não é digno, é o Rei.
A mim e a ti só nos compete levar Jesus a todos e todos a Jesus,
na certeza de que nunca nada nos faltará,
porque sabemos viver na fartura e na fome!
Afinal… é O próprio Deus quem nos prepara o Banquete.