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a sua tag: "Tempo Comum"
“Então? Já foste abastecer o frigorífico para a próxima semana? Não…?! Vais no domingo? Porquê?! Não tiveste tempo… Não conseguiste passar pelo supermercado! Ok! Mas, tratas disso, certo?”
Santo Agostinho tinha em grande apreço este Salmo. Afixou uma cópia na parede do seu quarto, diante do seu leito. E lia-a entre lágrimas, o que lhe trazia grande paz e conforto, sobretudo durante os últimos tempos da sua doença de que veio a falecer.
Uma nódoa na peça de roupa limpa que queremos vestir às 7h da manhã para iniciarmos o nosso dia, no mínimo, é uma dor de cabeça, uma irritação momentânea e um atraso de 5 minutos!
Estávamos a poucas horas da inauguração dos painéis da autoria da Ilda David quando o Manuel, sentado diante da imagem de S. Vicente de Paulo, de caneta esmeril na mão disse, no seu habitual tom despreocupado: «o que é preciso é fazer sem hesitar».
No domingo passado, começamos a ler o relato da “jornada de Cafarnaum” (cf. Mc 1, 21-34), exemplo concreto de como Jesus vivia, falando do reino de Deus e fazendo sinais que o anunciavam. E hoje o relato continua...
Na sinagoga de Cafarnaum, Jesus libertou pela manhã um homem possuído por um espírito maligno. Agora se diz que sai da «sinagoga» e parte para a «casa» de Simão e André.
AINDA A «JORNADA DE CAFARNAUM», E JOB, O HOMEM QUE DÓI
Assemelha-se ao interminável trabalho das funções domésticas. Todos os dias se transforma a matéria-prima numa refeição, lava-se, limpa-se, arruma-se e passa-se a ferro. Sabemos que o ciclo agora terminado é o princípio de um outro, numa espiral de ciclos sem fim.
Como um dia era vivido por Jesus? Ele pregava e ensinava, encontrava-se com as pessoas libertando-as do mal e curando-as, rezava. Depois, certamente havia um tempo e um espaço para comer com os seus, para estar com sua comunidade e para ensiná-la como era preciso viver para acolher o reino de Deus
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