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Hoje, o 2º domingo do Tempo Comum, do Ano C, S. Lucas, serve-nos o primeiro Milagre do Messias, pela mão de S. João Evangelista, que nos coloca em alerta máximo: «Fazei tudo o que Ele vos disser».
Neste Domingo II do Tempo Comum, temos a graça de ouvir e ver a grandiosa cena do Evangelho de João 2,1-12, vulgarmente conhecida como «bodas de Caná», em que Jesus transforma em vinho excelente cerca de 600 litros de água. Caná é uma aldeia situada a uns seis quilómetros a nordeste de Nazaré.
Na mais recente viagem a Israel com um grupo de paroquianos, visitei Kfar Kana, uma pequena aldeia, a noroeste de Nazaré, hoje habitada por cristãos e muçulmanos, lugar onde, segundo a tradição, Jesus realizou o milagre da transformação da água em vinho.
Se a vida é uma bênção, a morte surge no horizonte, ainda que distante, como uma maldição impossível de contornar. Pode surpreender-nos em tempo de festa e a sua densa sombra sobre aqueles que amamos é fonte de angústia. Dialogamos com ela durante noites a fio enquanto mantemos um braço de ferro
Hoje, a liturgia do 33º domingo do Tempo Comum, angustia-nos a mente e acalma-nos a Alma! «Ele mandará os Anjos, para reunir os seus eleitos dos quatro pontos cardeais, da extremidade da terra à extremidade do céu.»
A generosidade como capacidade de se compadecer e prestar auxílio é uma das marcas mais nobres que caracterizam o espírito humano. Dar sem medida. Dar por amor. Dar em liberdade. Dar-se a si mesmo aos que solicitam ajuda. Dar numa atitude de total confiança. Dar é mais do que um simples
O que se passa no átrio do Templo tem carácter público. Vê-se que a discussão antes havida entre Jesus e os saduceus (Marcos 12,18-27) teve mais audiência além dos diretamente envolvidos. A prova é que o escriba que Marcos põe agora em cena em 12,28-34, que constitui o Evangelho proclamado
A liturgia do 31° Domingo do Tempo Comum diz-nos que o amor está no centro da experiência cristã. O caminho da fé que, dia a dia, somos convidados a percorrer, resume-se no amor Deus e no amor aos irmãos – duas vertentes que não se excluem, antes se complementam mutuamente.
Aproximação… Estar ao pé de Ti e ver até o calor do Teu respirar… sentir o bater do Teu coração sem Te tocar! Escutar o eco de sentimentos maiores no Teu peito e agarrar uma alma com a sua beleza e qualquer defeito!
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