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a sua tag: "José Luís Nunes Martins"
O sofrimento convida à mudança no sentido de estarmos mais atentos aos outros. Contudo, a muitos apenas os torna mais distantes, frios e indiferentes. Mas como pode alguém ter paz sabendo que há outros, iguais a si, que não a têm?
Há noites que duram meses e outras que duram anos. Mas há sempre uma luz que, brilhando, vencerá as trevas, o frio e o abandono.
Os homens revelam-se mais e melhor quando têm poder. O seu valor (ou a falta dele) é mais evidente quando não têm grandes constrangimentos exteriores. Se queremos conhecer o interior de alguém, basta dar atenção às suas decisões e às suas obras quando tem ao seu dispor muitas possibilidades.
Os indiferentes começam por sê-lo face a si mesmos, aceitando-se e permitindo-se quase tudo, pois, desconfiados de tudo e de todos, não têm linhas definidas que separem o bem do mal.
A fé é o mais forte dos escudos e a mais potente das armas contra o mal.
Não fomos feitos para ficar num mesmo tempo. E o espaço só é bom se for isso mesmo: espaço. Não um confinamento, mas um horizonte sem fim.
Há luzes e trevas, mas, muitas vezes, as sombras são sinais de grandes luzes por detrás dos obstáculos que importa vencer.
O pior dos males que vai destruindo o valor das nossas vidas é o egoísmo. Pior, um egoísmo coletivo em que todos se copiam uns aos outros.
"Ninguém nasce bom. Sermos bons é o resultado de uma luta constante, onde ao inimigo basta um desequilíbrio para que aquilo que levou anos a construir se destrua numa só noite."
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