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a sua tag: "José Luís Nunes Martins"
O nosso espírito deve também descansar. Darmos paz a nós mesmos é fundamental. Só nós podemos conceder este dom ao nosso coração. Não nos chegará nunca de fora.
Num jogo de equilíbrios, os que se amam fortalecem-se através do que têm de comum e fortalecem-se, da mesma forma, no que têm de diferente, mas complementar. No demais, perdoam-se.
Cada um de nós deve analisar-se, de forma delicada e bondosa. Compreendendo que a existência não é composta apenas de bons momentos, e que a alegria e a paz dependem muito mais do nosso coração do que dos contextos em que vivemos.
Naquele dia, deixou todas as coisas que tinha para trás, na esperança de, através desse despojamento, ser mais.
O sofrimento convida à mudança no sentido de estarmos mais atentos aos outros. Contudo, a muitos apenas os torna mais distantes, frios e indiferentes. Mas como pode alguém ter paz sabendo que há outros, iguais a si, que não a têm?
Há noites que duram meses e outras que duram anos. Mas há sempre uma luz que, brilhando, vencerá as trevas, o frio e o abandono.
Os homens revelam-se mais e melhor quando têm poder. O seu valor (ou a falta dele) é mais evidente quando não têm grandes constrangimentos exteriores. Se queremos conhecer o interior de alguém, basta dar atenção às suas decisões e às suas obras quando tem ao seu dispor muitas possibilidades.
Os indiferentes começam por sê-lo face a si mesmos, aceitando-se e permitindo-se quase tudo, pois, desconfiados de tudo e de todos, não têm linhas definidas que separem o bem do mal.
A fé é o mais forte dos escudos e a mais potente das armas contra o mal.
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