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a sua tag: "José Luís Nunes Martins"
Passamos parte da vida à espera que a solução para os nossos problemas e angústias aconteça com a chegada de algo ou alguém que nos venha iluminar as escuridões e preencher os vazios da existência.
As consequências desta dependência são enormes. Não há pedaço nem recanto da nossa vida onde o telefone não esteja presente e não seja tido como algo de valioso.
Um amigo está presente. Custe o que custar. Não se queixa dos esforços que teve de pagar para o conseguir, nem se justifica quando, apesar de tudo, não o consegue. Um amigo pode até chegar atrasado, mas chega. As desgraças assustam os que não são amigos e chamam os que o são.
Começa, mesmo que não tenhas muita vontade. A vontade aparecerá logo depois e virá até com entusiasmo. Mais tarde, terás problemas em manter-te na luta, pois quase nunca imaginamos a distância do caminho, pensando sempre que será menor… Por fim, e por mais que custe, por mais imperfeitos que estejam
O mundo parece estar cheio de pessoas felizes, de famílias perfeitas, pessoas realizadas nas suas profissões e com imensos projetos encantadores. Dizem que não têm problemas nem fracassos, apenas desafios e oportunidades! Enfim, estão mesmo bem! Ou mesmo mal…
A confiança é a principal moeda de troca no nosso mundo. Para criar e manter uma relação humana de qualquer tipo é essencial haver confiança. Sem ela, ou há um jogo de enganos onde ninguém ganha, ou dá-se uma separação em pouco tempo.
Na sala de urgências estavam três senhoras idosas, uma a dormir numa maca, outra sentada ao lado do marido que a acompanhava em silêncio na luta contra a natureza. A terceira era a morte e pairava naquele local sem saber o que fazer. Também lá estava eu.
Quando se procura controlar alguém, uma das estratégias mais eficazes é a de o fazer desacreditar nos seus costumes, relações e referências. Para que se possa sentir tão livre, que, assim perdido, seja fácil de manipular.
Encontra caminhos de serenidade. Não permitas que a tua vida seja sempre uma tempestade, um tormento constante, uma desordem sem fim, inquieta e opressora. Por vezes, é tempo de descansar, de nos retirarmos e olharmos sem pressa para o passado e para o futuro, recentes e distantes. Como quem sobe ao
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