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a sua tag: "José Luís Nunes Martins"
Há quem tema o fim do mundo, se deixe esmagar pela certeza de que um dia todos deixaremos de estar aqui. Em momentos diferentes, mas todos vamos deixar este mundo.
Nem eu sou o mais importante do mundo, nem todos somos iguais. Partindo destes princípios, é importante que eu seja capaz de me expulsar do centro do mundo e de estar mais atento à forma como cada um dos que estão perto de mim pensam e sentem.
Damos a palavra, escutando, àqueles que nos podem dar mais do que temos. Algumas vezes, dá-se a palavra a quem apenas queremos conhecer o seu interior e o seu valor.
O amor é essencial à existência. Sem ele, a vida fica limitada, subdesenvolvida, impedida de ser o que é e deve ser.
A vida que vivemos neste mundo é apenas parte de uma outra maior.
Quantas vezes estou num lugar a fazer alguma coisa, enquanto o meu pensamento e emoções vagueiam bem longe? É-me cada vez mais difícil estar onde estou. Prefiro concentrar-me no que passou ou no que há de vir, no que podia ser o agora se eu…
Hoje há conforto, mas não há descanso. Todos temos fome de plenitude, mas deixamo-nos satisfazer por futilidades. Quero o que é profundo, mas vou-me contentando com aparências. Busco a luz, mas ando maravilhado atrás de meros reflexos…
As questões que fazemos definem-nos mais do que as respostas que damos. Quantas vezes temos a coragem e a sensatez de fazer as perguntas certas e importantes? A nós mesmos, aos outros e a Deus?
No dia em que já nada te espante, morreste, ainda que o teu corpo possa sobreviver muitos anos.
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