190 - 198 de 436 artigos
a sua tag: "José Luís Nunes Martins"
Os sucessos são quase sempre precedidos de longos e duros trabalhos de preparação. Só aproveita as oportunidades quem, enquanto as aguarda com paciência, as planeia e se exercita no que pode ser vir a ser decisivo.
Não culpar os outros é um excelente princípio de vida, mesmo nos momentos em que nos sentimos inocentes dos males que se abatem sobre nós. Nunca temos o direito de culpar quem quer que seja. Talvez nem a nós mesmos.
A meio da noite, resolves sair à rua e andar um pouco. À medida que caminhas sozinho por entre tantas casas onde as solidões costumam viver umas em cima das outras, escutas algo de inesperado….
Por vezes, contamos as nossas histórias, nas suas versões mais detalhadas e longas, os perigos que passámos e as adversidades que ultrapassámos, mas quem nos ouve quase nunca está muito interessado, ou, pelo menos, não o está tanto em ouvir-nos quanto nós em contar-lhe.
Precisamos dos outros para desenvolvermos os nossos talentos. Precisamos dos outros para não estarmos, nem nos sentirmos, sós. Precisamos dos outros para, em conjunto com eles, encontrarmos respostas para os problemas, mistérios e adversidades da vida.
É-nos mais fácil apontar erros aos outros do que encontrar e assumir os nossos. Como se o meu contributo para o mundo fosse o de ser juíz da vida dos outros e, com isso, ganhasse o direito de ter os defeitos todos, sem ter de os corrigir. Mas julgar alguém assim é fazer-lhe mal.
O Natal que celebramos por estes dias remete-nos para o momento em que Deus se fez homem, tendo vindo viver a nossa vida e morrer da nossa morte, e morte de cruz. Mas, só isso? Não. Este homem que é Deus trouxe-nos uma mensagem simples:
Alguns de nós não reparam na existência de outros. Não é nem justo nem inteligente. As nossas pressas e problemas não justificam que sejamos tão egoístas que nos julguemos os únicos merecedores da nossa atenção. Bem pelo contrário, mal está quem cuida apenas de si, quem deixa o seu próximo sem um si
O tempo nunca parou, nem vai parar. Não espera por ti, nem por ninguém. Só se compreende a vida olhando para o passado, mas só se pode viver a olhar para a frente. Não é possível compreender a vida ao mesmo tempo que se vive.
Rua João de Freitas Branco, nº 21, 3ºB
1500-714 Lisboa
Portugal
912483000 (Bento Oliveira)
imissio.net@gmail.com