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Hoje, a liturgia, quer o nosso silêncio para escutarmos a Voz, à qual o nosso coração se deve abrir de par em par: «Eu sou a porta das ovelhas.»
A serenidade chega às nossas vidas com palavras, olhares, sorrisos, gestos, silêncios… É como um ponto final que queremos usar! Podemos oferecê-la ou ansiá-la como pão para a boca. O mais difícil é manter o nosso peito alimentado, com aquela dose escassa de serenidade!
Hoje, a Liturgia do 2º domingo da Páscoa, do Ano A, presenteia-nos com a camisola da Misericórdia Divina: «…àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados…». Jesus vai ao encontro dos Seus discípulos, que estavam aterrorizados, fechados em casa (como eu e como tu) e dá a Paz a cada um de
Hoje, a Liturgia, do I domingo da Páscoa do Ano A, revela-nos OS sinais! Da escuridão surge uma Luz forte, mais forte que a própria morte: «No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro.» No entanto, a dúvida não se dissi
1. «Este é o Dia que o Senhor fez!» (Salmo 118,24). Aleluia! Este é o Dia que o Senhor nos fez! Aleluia! Este é o Dia em que o Senhor nos fez! Aleluia! «Por isso, estamos exultantes de alegria» (Salmo 126,3).
O tom deste Domingo de Ramos é dado pela bela página de Mateus 21,1-11, que nos mostra o Rei messiânico a tomar posse da sua Cidade, a «Cidade do Grande Rei» (Salmo 45,5; 47,2-3; Tobias 13,11; Mateus 5,35), a Esposa bela que nascerá do seu Sangue: Esposa cúmplice da Morte do Esposo, e beneficiária d
Hoje, a liturgia do Domingo de Ramos, do Ano A, toma a Palavra de Deus e faz Dela Carne, Sangue e Vida. O Nosso Salvador é Aquele que se abandona no regaço do Pai e acata, mansamente, tudo o que Este Lhe diz: «Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, faça-se a tua vontade».
Tenho uma vizinha que persiste em comprar flores neste tempo. Vejo-a, quase todos os dias, através da janela fechada, a caminhar em ritmos diferentes, como se fossem duas pessoas no mesmo corpo. A mulher que sai de casa ao amanhecer, aquela que atravessa a rua deserta de passo rígido e cabeça levant
A nossa humanidade faz-nos pecadores desde o berço! A nossa forma de ser homem e mulher faz do mundo um local triste e frio! A nossa condição de barro e de pó da terra arrasta-nos para um caminho sem luz… e o medo da jornada abalroa-nos a Fé e a Esperança!
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