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Um dia houve alguém que nos olhou. Olhou-nos de cima a baixo. Rompeu-nos a nossa vida com o Seu olhar que em nada condena. Deu a possibilidade de que muitos e muitas sentissem o poder de uma troca de olhares. Ergueu vidas despedaçadas simplesmente com a ternura do Seu olhar.
No coração da liturgia desta Quinta-feira Santa encontrarás a mesa. A mesa na qual Jesus quer comer a Páscoa com os seus discípulos, a mesa de todas as refeições às quais Jesus acolhe os pecadores, a mesa da Eucaristia sobre a qual Ele volta sempre a oferecer-se, a mesa para a qual tu és hoje convid
O tempo em que vivemos, paradoxalmente atira-nos para novas e diferentes experiência do amor e retira-nos a vontade de amar, ainda que saibamos que a essência da vida é amar e ser amado. A inconstância e a efemeridade das relações leva-nos tantas vezes a ter medo de nos aproximarmos de outras pessoa
Para colher da melhor maneira os textos sagrados que a tradição cristã nos fará de novo ler ao longo desta que é a mais santa das semanas, é importante ter presente que foram escritos quando Jesus era totalmente insignificante para o mundo e para a cultura.
Quando tudo parece negro e difícil é o amor quem me faz seguir adiante. Às vezes questiono-me de medo e ansiedade mas depois oiço quem caminha a meu lado repetir-me: “Entrega, entrega tudo o que és e tudo o que sentes.” Então sinto que está tudo bem.
Gestos… movimento… atitude… sem omissão e sem paragem! Olhares… secos e tristes… com lágrimas e com mágoas… com revolta e com raiva! Silêncios… perguntas sem respostas… respostas que ferem… acusações falsas… discursos distorcidos! Suor… angústia… dor… temor… contrição… Sangue… Paixão!
Jesus, profeta e Messias de Nazaré, foi reconhecido como tal, em primeiro lugar, por aqueles que o experimentaram como benção e cura. Nem sequer os discípulos sabiam exatamente com quem estavam a lidar. Baralhados pelos próprios preconceitos, ainda seguiam “às apalpadelas” o seu Mestre, fascinados p
É preciso que haja terra fértil. Chão onde exista matéria em decomposição. Porque a podridão é fecunda. Porque os sonhos mais belos nascem dos contextos podres.
Um dia houve alguém que nos libertou. Largou-nos das leis e dos moralismos e deu-nos a conhecer o amor. Conduziu-nos radicalmente por entre vias rápidas de extrema humanidade e deu-nos a certeza de que o caminho não se faz por entre julgamentos, mas sim por verdadeiros acolhimentos.