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Hoje, no último domingo do Advento, do Ano A, precisamos assumir, definitivamente, a Responsabilidade de acolher o Menino no centro da nossa vida! É urgente agarrar as palavras que o Anjo anuncia a José, filho de David: «…não temas…», para que brote do nosso coração uma Fé inabalável, uma Esperança
Tens tudo o que é necessário? Dependes apenas de ti para viver? Tudo acontece de acordo com a tua vontade? Por que razão não és feliz se nada te falta? Será que essa alegria profunda a que aspiras não está já em ti, enquanto a procuras nos bens materiais? O que te irá acontecer se pretenderes para t
O que é que tu esperas? Se calhar já nem te recordas como se espera. Já não usas tempo para ter tempo. Usas o teu tempo para teres ainda mais tempo numa correria desenfreada, desmedida e sem sentido. O sentido. Esse foi outro que te deixou há medida que foste fugindo de ti. Não te deste tempo e ele
Uma rapariga nova que engravida estraga a vida… Uma rapariga nova que engravida não pensa... Uma rapariga nova que engravida não sabe precaver-se... Uma rapariga nova que engravida é uma irresponsável… E é assim que é Miriam. Não era, mas agora é! É o que lhe metralham os pais aos ouvidos. Que fazer
Acordei desesperado porque no meu sonho, por mais que me esforçasse, não conseguia usar qualquer ferramenta online para saber onde estava o meu smartphone. Isso levou-me a questionar se o relacionamento com essa tecnologia é saudável.
Pensar que esta Luz é a mesma Luz que iluminou Maria, Pedro, Paulo, Estevão, André...
Esta frase que li num texto da internet alertou-me para esta realidade tão esquecida desta nossa festa. De facto, aquilo que Deus fez é, simplesmente, escandaloso! Nunca se imaginou que Aquele que é infinito e eterno pensasse em tornar-se homem como nós. E tudo por amor e não porque o merecêssemos.
A Síria está em guerra. De dia e de noite chovem sons e luzes que não são as do Céu. A guerra é a guerra e é assim que ela é. Mas na guerra não se morre só. Na guerra também se nasce, não se sabe é como.
Assim, passada a meia-noite do dia 25 de dezembro, sai à rua onde vagueia o dia inteiro, farejando gente assolada pela pobreza, pela solidão, pela amargura, pela tristeza e pela perda de sentido para a vida. Encontra-se com olhares vazios e distantes que nada lhe dizem, porque nada têm para dizer. O