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O papa lançou hoje o desafio aos fiéis para serem «cristãos a sério», que «não têm medo de sujar as mãos, as roupas, quando se fazem próximos», que estejam «abertos às surpresas» e que, como Jesus, «paguem pelos outros».
Na homilia da missa na Casa Santa Marta, o Papa convida a refletir sobre a hipocrisia dos justos, que vivem o cristianismo “como um costume social”.
Os trabalhos na Aula sinodal tiveram início com a oração e a saudação do Papa Francisco, fazendo votos de que o Sínodo desperte os corações.
Vale a pena, prosseguiu, tê-la «como mãe, como mestra, como casa, como família, capaz, apesar das fragilidades humanas e as dificuldades, de brilhar e transmitir a perene mensagem de Cristo». «A nossa responsabilidade aqui, no sínodo, é de não os desmentir, antes, demonstrar que têm razão em
Santa Missa por ocasião da abertura da XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos
«O desafio é que a inclusão se torne mentalidade e cultura, e que os legisladores e governantes não façam faltar a esta causa o seu apoio coerente e concreto», sublinha o papa na mensagem para o 60.º Dia Mundial do Surdo, publicada hoje.
A uma semana do início do sínodo dos bispos, que de 3 a 28 de outubro, no Vaticano, se vai centrar nos jovens, o papa assumiu que a Igreja tem andado distante das suas expetativas, quer por não os saber escutar, por não ter nada de relevante para lhes transmitir ou devido aos escândalos que a têm
O papa reiterou este sábado que uma existência que se preocupa com a aparência, concentrada na própria pessoa e ao mesmo tempo incapaz de empatia, compaixão e interesse pelos outros está condenada à infelicidade.
Está certamente destinada a entrar na história a data de 22 de setembro, com a assinatura, em Pequim, de um acordo provisório sobre a nomeação dos bispos entre a China e a Santa Sé, preparada desde há décadas por longas e pacientes negociações, enquanto o papa inicia a sua visita aos países báltico