217 - 225 de 231 artigos
Há pouco tempo estava na primeira comunhão da nossa afilhada e quantas pessoas não vi agarradas às múltiplas fotos que a nossa tecnologia permite. O que pretendem com tantas fotos senão registar momentos? Será que, de tão distraímos que estamos, procuramos registar o maior número possível de momento
Fartamo-nos de trabalhar. Há empregos que não dão tréguas. E sem nos darmos conta, acabamos mais por sermos trabalho do que somos enquanto humanos.
Silêncio é a escuta daquilo que nos dá vida e faz viver. No silêncio não nos abstraímos do mundo à nossa volta, mas encontramos diversos momentos presentes que se cruzam e entrecruzam em infinitas tonalidades. É a sinfonia da vida escutada em momentos de quietude.
Se rezasse mais estaria mais atento? Rezar não é útil. Rezar é mergulhar em Deus. Não preciso de um lugar especial, basta deixar que a vida e Deus se embrenhem de tal modo que não consiga separar um do outro.
Há quem pense no glamour dos holofotes, no cintilar das jóias, dos sorrisos que reflectem a luz dos flashes que tornam, por instantes, os dentes brilhantes.
Sonhamos demais com o que sonharíamos ser? Não sei. Não controlo os meus sonhos. Deixo-me levar por eles. Mas há sonhos que sonhamos acordados.
Já pensaram que só nos damos conta de certas partes do nosso corpo quando doem? Se não me doer o estômago, nem dou conta dele. Se não me doer a garganta, nem me dou conta dela. Quando tudo está bem é quando se torna invisível.
Queria levar umas ripas de madeira para a garagem. Sabia que devia ter cuidado com a possibilidade de haver farpas. E apesar do máximo cuidado, senti a picada. Bolas!
Sempre gostei de jogos de palavras. Razões geram resultados. Practice makes ... progress. Not perfect. Umas vezes ganhas, outras vezes... aprendes. Nunca perdes. Jogar com as palavras serve para nos inspirar a dar um sentido ao que, por vezes, não tem.
Rua João de Freitas Branco, nº 21, 3ºB
1500-714 Lisboa
Portugal
912483000 (Bento Oliveira)
imissio.net@gmail.com