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Artigos de opinião publicados no site da Agência Ecclesia e Rádio Renascença.
Se o amor não gerar vida, não é amor. Vida capaz de transbordar alegria a partir do mais íntimo da alma, vida capaz de ajudar a sarar as feridas mais extensas e os sofrimentos mais profundos. O amor não funciona a dois. Ou os que se querem amar se abrem ao céu, ou então nunca se amarão. O amor ou s
Gostava de ser um amigo verdadeiro. Aquele de quem alguém se lembra quando um sofrimento o desgraça. Incapaz de alegria se tiver um amigo a passar pelos vales da tristeza. Gostava de ter a coragem de dizer sempre a verdade aos meus amigos, por mais desagradável que seja, se isso lhes for útil. Mas
O mais condenável de todos os erros não é fazer o mal, mas sim deixar de fazer o bem.
Hoje preciso de desabafar. De pôr em palavras algumas das dores que parecem estar a corroer o meu coração. Preciso mesmo de me libertar de uma quantidade de fardos e deixar que o meu interior areje e refresque!
A nossa vida depende de muitas vontades para além da nossa. Num casal, para além da vontade de cada um dos seus membros, existe um compromisso claro de construir, com o contributo de ambos, uma vontade comum. É um projeto ao qual se podem, e devem, submeter as vontades individuais. A vontade do cas
É possível distribuirmos alegria, mesmo quando a tristeza vive e se dilata no nosso coração. Vale a pena? Sim. Porque, apesar de tudo, nada ganharíamos em não o fazer e, assim, tornamo-nos dignos de nós mesmos. Muitas pessoas amam de forma pura, sem nunca terem sido amadas. Dói viver sem ser amado.
Se estás certo, não desistas. Ainda que tenhas de sofrer por causa disso. O caminho do bem e da verdade quase nunca é confortável, implica abdicar de muito, até mesmo de algumas realidades que não são condenáveis. É preciso perder muito para se alcançar os bens maiores. Muitas vezes as tentações nã
O orgulho é um erro que faz parte da nossa natureza, sendo que me é possível tornar-me maior do que esse sentimento que me faz sentir acima dos outros!
Grande parte de nós é hostil consigo próprio. Somos capazes de ser amigos de muita gente, mas nem sempre o somos de nós mesmos. Pelo contrário, chegamos a ser os críticos mais impiedosos e, muitas vezes, injustos do que somos e fazemos. São poucos os que, sobre as mesmas faltas, se perdoam mais a s
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